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Aprovada em seis vestibulares de medicina é 1º lugar na Unesp e escolhe USP

  • Arquivo Pessoal

Diana Nakamura conseguiu uma façanha pouco comum entre os aprovados de medicina: passou em seis vestibulares ainda no último ano do ensino médio. Mesmo tendo sido o 1º lugar da Unesp (Universidade Estadual Paulista), a estudante escolheu a USP (Universidade de São Paulo).

Além das duas estaduais, Diana foi aprovada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), UFPR (Universidade Federal do Paraná) e Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto), e por meio do Sisu na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais)

Ela acredita que ter feito o terceiro ano no Colégio Poliedro, de São José dos Campos, com foco para o vestibular foi um diferencial. “Era um cursinho, mas contava como ensino médio. Estudava cinco horas na parte da manhã por conta própria e outras oito no colégio à tarde e à noite”, lembra.

A rotina puxada para ser aprovada nos principais vestibulares de medicina do país não interferiu no rendimento da estudante na escola. Pelo contrário. Diana diz que suas notas acabaram aumentando. “Funcionou muito bem, porque estudando para o vestibular eu já estava estudando para as provas. Então, não tinha preocupação com as notas. Elas aumentaram.”

Segredos

A paulista credita o sucesso à uma rotina regular de estudos. Na parte da manhã, tentava revisar tudo o que os professores passaram no dia anterior. Apesar de ter facilidade, ela dava mais prioridade para biologia, física e química. Aos finais de semana, tinha aula no sábado e simulado no domingo.

“O mais importante é evitar distração na hora de estudar. De manhã, eu não tocava no meu celular se não fosse para ver algo relacionado com o vestibular”, diz. “Você também deve se policiar em relação ao seu cronograma. Se você fala ‘vou estudar menos só por hoje’, você acaba ficando uma semana fazendo isso. E acaba se complicando.”

Além de seguir o cronograma, Diana acha fundamental fazer provas anteriores para conhecer o estilo do exame. “Essa foi a minha estratégia na real final. Isso te ajuda a entender o que vão pedir, como tem que responder e o que o corretor espera de você”, diz.

Medicina

Escolher a profissão que iria seguir não foi uma etapa difícil para Diana. Segundo ela, desde criança gostaria de seguir na área da medicina. “Quando me perguntavam o que eu queria ser, eu dizia pediatra. Hoje penso em me especializar em neurologia.”

Ser aprovada em tantos vestibulares ainda no terceiro ano “não foi uma surpresa”. “Eu sabia que tinha facilidade, ia bem nas provas, estava bem colocada no ranking da escola. Tinha muita esperança que isso acontecesse”, comenta.

“Fiquei em dúvida entre a Unifesp e a USP, porque na primeira tive o resultado antes e já estava conversando com os alunos, que foram muito receptivos comigo. Mas escolhi a USP porque tem a melhor infraestrutura de pesquisa, tem o Hospital das Clínicas, e é muito forte no ramo que eu desejo atuar.

Fonte: Bol.com.br

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