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Com muita roupa, musas arrasam e mostram que o tapa-sexo está fora de moda

  • AgNews/Douglas Shineidr/Montagem UOL

    Viviane Araújo como destaque na Escola de Samba União da Ilha, em 1999, e como Rainha de bateria da Salgueiro este ano

    Viviane Araújo como destaque na Escola de Samba União da Ilha, em 1999, e como Rainha de bateria da Salgueiro este ano

Foi-se o tempo em que os destaques da avenida por pouco não se estapeavam para ver quem tinha o menor tapa-sexo. Tão vedete quanto a serpentina na época, a peça de 2 cm praticamente caiu em desuso no Carnaval este ano. A onda agora é sambar e sensualizar sem fazer a peladona do samba – muito pelo contrário, é arrasar vestida.

Em ótima forma, essas musas querem mostrar que há outras maneiras de “divar” na avenida. 

Nos desfiles do Rio de Janeiro, sempre afeito a pernas, bundas e peitos, Viviane Araújo se vestiu com um fino tecido cor de pele e um terno em formato de maiô para viver o malandro Max Overseas à frente da bateria do Salgueiro. Completamente diferente do início da sua trajetória no samba no final dos anos 1990, quando foi uma das percursoras do tapa-sexo no Carnaval. Até 2001, a musa costumava desfilar quase nua.

AgNews

Adriane Galisteu como rainha de bateria da Unidos da Tijuca em 2011, com fantasia que simulava transparência, e este ano como musa da Velha Guarda da Portela

Adriane Galisteu também surpreendeu. Ela foi musa do carro da velha guarda da Portela usando um macacão branco e chapéu.

A apresentadora certamente esteve mais vestida do que em seu casamento, mas não deu outra: arrasou. Sorridente e ginga, o destaque do carro sequer lembrava aquela que há cinco anos desfilou com maiô transparente, como se estivesse nua na avenida.

Muitos que assistiam ao desfile estranharam a roupa de Viviane e Adriane. “Você tem a Viviane Araújo na sua escola e resolve vesti-la com a fantasia mais sem graça do desfile. É puxado”, criticou o jornalista e comentarista de Carnaval, Artur Xexéo entrou na dança.

Sem obrigação nenhuma em mostrar nada, puxaram ainda o bloco das vestidas: Mari Antunes, musa da Salgueiro,  com figurino luxuoso, pouco decote e barriguinha de fora; a rainha de bateria da Portela Patrícia Nery; Thayla Ayala, musa da Grande Rio; e a Rainha de Bateria da Tijuca, Juliana Alves, que investiu em um maiô.

As mais peladonas foram Sabrina Sato, pela Vila Isabel, e Juliana Salimeni, destaque na Grande Rio.

A modelo e dançarina Dani Sperle, conhecida de outros carnavais por usar minúsculos tapa-sexos na avenida, deixou seus fãs boquiabertos ao sair vestida — de saia — como destaque da União da Ilha. “Tô me sentindo até com calor que estou muito coberta”, comentou a bela durante seu preparo na Sapucaí.

Por baixo, ela ainda insistiu e confidenciou que usava o tapa-sexo de 2 cm: ” ele vem embaixo da saia”.

Amauri Nehn/Brazil News

6.fev.2015 – Revoltada por não poder usar o tapa-sexo, Ju Isen tira fantasia deixando os seios à mostra

Peladona em São Paulo

Nos desfiles em São Paulo, Ju Isen, a dita “Musa do Impechment”, estava contando com seu tapa sexo politizado e com apenas adesivos nos seios. Proibida pela escola, ela entrou na avenida com um macacão cor de pele – que acabou arrancando no meio do desfile. Foi expulsa e empurrada para longe do Anhembi.

Fonte: Bol.com.br

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