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Com Paulo Barros, Portela propõe viagem pela história da humanidade

Sem conquistar o título do Carnaval carioca desde 1984, a Portela entra na avenida ansiosa para voltar ao topo do pódio. E, para isso, lançou uma boa cartada: a contratação do carnavalesco Paulo Barros, um artista marcado pela ousadia. 

A ousadia veio logo na abertura do desfile, que contou com três paraquedistas planando sobre a Sapucaí e aterrissando na avenida, à frente da escola, sob ovação do público.

Desfiles da segunda noite do Grupo Especial do Rio

Quarta escola do Carnaval 2016 do Rio de Janeiro a passar pela Sapucaí, já na madrugada desta terça-feira (9), a Portela traz o enredo “No Voo da Águia, uma Viagem Sem Fim” com a marca pop do carnavalesco, saudando a águia, símbolo da escola, que faz uma viagem por toda a história da humanidade. “Sempre sonhei em trabalhar na Portela e estou feliz que consegui fazer um trabalho que se identifica com a marca da escola e com o meu estilo”, afirmou Paulo Barros.

A comissão de frente vem com 14 bailarinos representando a água e um elemento alegórico com 30 toneladas de água em um tanque, onde Netuno flutua sobre jatos de água –usando o chamado flyboard. Segundo a coreógrafa da ala, Ghislaine Cavalcanti, “o público vai ter jatos de água na avenida e verá Netuno aparecer e desaparecer várias vezes”.

Logo atrás da comissão de frente, outro momento de impacto preparado por Barros: sobre a água símbolo da escola, Moisés abria o mar Vermelho –representado por integrantes com estandartes de tecidos azuis– e o atravessa até chegar ao Monte Sinai, onde a águia pousava.

Primeiro setor
A Portela abre o seu desfile trazendo duas das narrativas mais antigas da humanidade: a Odisseia de Homero e a travessia do Mar Vermelho. Os grandes navegadores serão lembrados, como os vikings, chineses, portugueses e espanhóis.

Segundo setor
Neste setor, a azul e branco traz as viagens da imaginação, da ficção e da literatura. Em uma alegoria, as viagens espaciais serão lembradas, valendo-se de uma homenagem ao seriado “Perdidos no Espaço”.

Terceiro setor
O desfile, nesse momento, aborda as viagens extremas, como as por geleiras e desertos. O homem atinge todos os seus limites para saciar sua vontade de conhecimento de mundos inexplorados.

Quarto setor
A busca arqueológica será enfocada com a procura de vestígios, rastros e fósseis dos tempos pré-históricos. A alegoria é inspirada no filme “Jurassic Park”.

Quinto setor
Os homens que buscaram tesouros esquecidos são homenageados neste setor. Buscas lendárias são retratadas, como a pelo Santo Graal e as Minas do Rei Salomão, dentre outras.

Sexto setor
A Portela encerra o desfile propondo ao público que ele busque o seu caminho. Será um convite feito pela internet, que possibilita viagens ilimitadas e infinitas.

Fonte: Bol.com.br

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