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Mercado negro vende contas roubadas da Netflix por 25 centavos de dólar

Um estudo da Symantec reforça o que a McAfee já havia relatado há alguns meses. O boom do streaming nos últimos anos gerou um mercado próspero do cibercrime, com a venda de contas roubadas. A recente expansão da Netflix para 130 novos países, inclusive, piorou o problema, segundo o relatório.

A expansão aumenta a base de membros da Netflix, espalhando-a entre 190 países, ampliando a oportunidade para golpes. As contas roubadas geralmente são obtidas por meio de phishing, com e-mails construídos cuidadosamente para enganar as pessoas para extrair suas informações de login. O uso de softwares maliciosos também é bastante recorrente.

A Symantec diz que estas informações de acesso a contas roubadas são vendidas na Deep Web por mixarias como 25 centavos de dólar por uma conta. Um dos anúncios falava em quatro contas por 1 dólar. O anunciante dizia ter uma lista com 300 mil credenciais prontas para serem usadas. Também há o detalhe dos “Termos de Serviço” que dizem que o comprador não poderia alterar a senha da conta para não alertar o usuário legítimo, sob pena de não poder receber outra para substituir.

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Isso é um detalhe interessante. O relatório da McAfee de alguns meses atrás indicava que era possível adquirir contas “vitalícias” por quantias irrisórias. O truque era que, se uma conta fosse invalidada por qualquer motivo, o receptor poderia contatar o vendedor para receber outra no lugar livre de custos adicionais. Sim, informações roubadas não custam quase nada na Depp Web, e a concorrência é enorme, forçando os cibercriminosos a fidelizarem seus clientes como puderem.

Para quem tem uma conta legítima no serviço, não é muito difícil detectar uma atividade incomum. A Netflix sempre mostra uma lista de “Assisitido Recentemente” que vai dedurar qualquer um que tente assistir algo em uma conta de outra pessoa. Se aparece na lista que você assistiu a “House of Cards” quando você sabe que não assistiu, então é uma boa ideia mudar a sua senha.

Via Digital Trends
 

Fonte: Olhar Digital
Matéria originalmente postada no site olhardigital.uol.com.br

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