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Saiba como a Netflix gera sugestões de filmes e séries para os usuários

A Netflix se tornou global, alcançando 190 países, em dezembro do ano passado. Com a expansão, o sistema que gera sugestões de filmes e séries para o usuário também mudou, mas foi somente esta semana que a empresa decidiu revelar como o algoritmo de fato funciona.

As recomendações da Netflix sempre foram baseadas, em primeiro lugar, no histórico regional do usuário. Isto é: se você demonstra interesse por filmes de ação policial, o serviço sugere outros títulos do mesmo gênero que também foram vistos por pessoas com gostos parecidos dentro da sua cidade ou do mesmo bairro.

O sistema, porém, tornou-se um problema quando a Netflix chegou em países menores. Se um usuário de uma remota ilha do sudeste asiático assiste animações japonesas, por exemplo, qualquer outro usuário localizado nessa mesma ilha acabaria recebendo sugestões de animações japonesas, levando em conta a proximidade geográfica.

Desde dezembro, porém, a Netflix mudou o sistema de recomendações e não se prende mais a limites regionais. Desse modo, o serviço agora acompanha tendências ao redor do mundo para oferecer sugestões para cada usuário. Por exemplo: se você gosta de comédias românticas, a Netflix pode te indicar outros filmes do gênero que estão fazendo sucesso na Europa.

Naturalmente, as barreiras de conteúdo por região continuam sendo um problema. Filmes que fazem sucesso em outros países, mas não estão disponíveis no catálogo do Brasil, por exemplo, não poderão ser sugeridos – fazendo com que o sistema volte à “estaca zero”. Por conta disso, a empresa explica que o algoritmo das recomendações também consegue identificar se o melhor para certos usuários é acompanhar tendências locais ou globais.

Esta mudança, segundo a Netflix, deve não somente criar sugestões melhores e mais personalizadas aos seus clientes, como também aprimorar sua capacidade de identificar certos grupos, como fãs de animações japonesas, e acompanhar as tendências dentro dessa comunidade específica.

Via TechRadar

Fonte: Olhar Digital
Matéria originalmente postada no site olhardigital.uol.com.br

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