"Salvador voltou a estar na moda", diz prefeito sobre o Carnaval 2016

Principal festa popular do país, o Carnaval mobilizou um maior número de foliões neste ano em Salvador. De acordo com dados anunciados pelo prefeito ACM Neto (DEM), a capital baiana recebeu um número maior de turistas e consolidou a ideia do Carnaval sem cordas. 

“97% no geral [de hotéis ocupados] e 100% nos hotéis perto dos circuitos. Isso mostra que Salvador voltou a estar na moda, voltou a ser interessante ao turista. A cidade atrai um número de visitantes do mundo e do Brasil principalmente pela organização. Quando assumimos a taxa da rede hoteleira era de 83 a 85%”, disse em coletiva de imprensa.

Com o lema “A Rua”, o Carnaval deste ano levou milhares de pessoas a curtirem os chamados trios sem cordas – o que, para o prefeito, representa uma tendência por aproximar o folião de seu cantor e banda favoritos.

“O Carnaval sem cordas foi uma ideia implantada em 2014, ampliada em 2015 e consolidada em 2016. Independente do próximo governo essa iniciativa tem que continuar. Foram 200 atrações sem cordas. Manter esse número já vai ser bom para 2017, mas vamos correr atrás para aumentar”, disse.

No total, foram gastos com a folia R$ 50 milhões – sendo R$ 25 milhões investidos por uma marca de cerveja. O fim do contrato com a empresa levará a prefeitura a buscar um novo patrocinador. “O que acontece é que o Carnaval de Salvador não tem como abrir mão desse verba. Não se tem condições de arcar sozinho essa conta”, afirmou.

O prefeito ainda disse que neste ano o alcance do atendimento médico foi maior do que em 2015, aumentando em 727 o número de distribuição de postos nos circuitos e unidades fixas.. O número de atendimentos acompanhou o aumento: 6,3 mil contra 5,6 mil do ano passado. Principal causa dos atendimentos foi agressão física (741). Em segundo lugar, intoxicação alcoólica (621).

Houve uma morte relacionada a festa esta ano, apresentando uma queda em relação a 2015, com quatro óbitos.

Palco de todos os ritmos
O Carnaval de Salvador se destaca pela mistura de ritmos e versatilidade de apresentações. “Não é só o axé ou o pagode que dominam. A gente tem espaço para o arroxa, o forró, o sertanejo. Essa convivência é muito bacana. Quando chega uma dupla sertaneja para tocar no Carnaval, isso significa que um cantor de axé saiu de Salvador para tocar a festa em outra cidade”, avaliou o prefeito ACM Neto.

Fonte: Bol.com.br

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