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Acusado de matar delegado em PE é preso pela PRF no interior de Alagoas

Erivaldo Barreto da Silva chegou a atirar nos policiais para tentar fugir. Crime aconteceu em 2009; acusado havia fugido da prisão no ano passado.

 

Um homem, acusado de assassinar um delegado de Polícia Civil (PC) em Pernambuco em 2009, foi preso na BR-423, no município deOuro Branco, Sertão de Alagoas, no último sábado (12).

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que efetuou a prisão. Erivaldo Barreto da Silva, 35, o “Paulistinha”, estava foragido e atirou contra os policiais rodoviários no momento em que foi abordado.

Silva, que na época do crime também era delegado, é acusado de assassinar Fernando Luiz Matias de Lima Machado em março de 2009. Ele foi condenado e preso, mas fugiu da penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, Pernambuco, durante uma rebelião no ano passado.

O acusado trafegava pela BR-423 durante a tarde do sábado, com mais cinco pessoas, incluindo três crianças, em carro com placas de São Paulo, quando foi abordado por policiais rodoviários federais. Em um primeiro momento, ele afirmou que estava sem documentos e que era inabilitado, mas diante da insistência dos policiais, disse que se chamava Abdias.

Ao checar o sistema, os policiais descobriram que o Abdias possuía habilitação, o que contrariava o que disse o acusado. Ele continuou dando informações desencontradas, e disse não ter apresentado a habilitação antes por medo de ser multado. Neste momento, Silva apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Os policias descobriram que o documento era falso e deram voz de prisão ao acusado, que saiu correndo e atirou contra um dos agentes, que revidou e o atingiu na perna.

“Paulistinha” foi socorrido pelo policiais e levado para o hospital em Santana do Ipanema. Lá, a real identidade dele foi descoberta, além de outros 15 processos criminais a que ele responde. As informações levantadas pela PRF de Alagoas foram repassadas para a PRF e polícias Civil e Militar em Pernambuco.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil, em Santana do Ipanema. O revólver calibre 22 apreendido com “Paulistinha” tinha seis munições, sendo quatro intactas, uma deflagrada e outra “pinada”, termo usado para identificar uma bala que acabou falhando. Ele vai responder também por tentativa de homicídio e uso de documento falso.

O processo por tentativa de homicídio será remetido à Polícia Federal (PF), já que a possível vítima era um servidor federal no exercício de suas funções.

 

G1

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