Últimas

Biel, o Justin Bieber brasileiro, faz primeiro show em Pernambuco

Assim como outros nomes do gênero - Ludmilla, Anitta, Naldo, Valesca - Biel abandonou a sigla MC ao assinar com a gravadora. Foto: Warner Music
Assim como outros nomes do gênero – Ludmilla, Anitta, Naldo, Valesca – Biel abandonou a sigla MC ao assinar com a gravadora. Foto: Warner Music

Com pouco mais de um ano de carreira, o cantor Gabriel Araujo Marins Rodrigues, o Biel, já emplacou quatro canções na mídia: Demorô, Pimenta, Boquinha e, a mais recente, Química – que alcançou a marca de 42 milhões de visualizações em três meses no YouTube e é uma das mais executadas nas rádios nacionais, com o refrão “Oh, tô chegando, hein?”. O artista nascido em Lorena (SP) completou 20 anos na semana passada e é o mais novo fenômeno teen do país.

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

O rostinho bonito, sorriso cativante e o carisma de Biel ganharam visibilidade a partir do YouTube. O garoto do interior foi apresentado como o Justin Bieber brasileiro e investiu na carreira de modelo, o que contribuiu no caminho até chegar às rádios e ao palco. No final de 2015, Biel levou o troféu Revelação Musical no Meus Prêmios Nick.

[embedded content]

Ele é atração da Semana Santa de Gravatá, e faz primeiro show em Pernambuco nesta sexta-feira (25), a partir das 17h, no Villa da Serra, onde divide o palco com a cantora Anitta. “A gente preparou um showzão completo com banda e bailarinos pra animar a galera de Pernambuco”, disse em entrevista ao Viver. Ainda sobem ao palco os cantores Ramon Schnayder, Rafa Mesquita e o duo eletrônico Royal.

Leia mais: Anitta chama recifenses de flashmob em aeroporto para o palco

Biel começou no funk ostentação, mas assim como outros nomes do gênero – Ludmilla, Anitta, Naldo, Valesca – abandonou a sigla MC ao assinar com a gravadora. “As duas últimas músicas que trabalhei não foram do funk. Decidi fazer isso para tornar o trabalho mais eclético e poder ampliar meus horizontes”, explica.

O primeiro disco será lançado no dia 8 de abril pela Warner Music. “É bom ver seu trabalho sendo mais valorizado. Estou sempre querendo progredir, e com certeza, no próximo mês, vou conquistar algo que sempre almejei. Meu disco será a maior realização da minha da vida!”, afirma.

Viciado em redes sociais, o paulista se mantém conectado quase 24 horas por dia no Twitter (626 mil), Instagram (4,7 milhões), Facebook  (4 milhões curtidas) e principalmente no SnapChat – a rede social de vídeos. Na web, a legião de fãs e seguidores são chamados de “família baladeira”. O próximo clipe de Biel vai trazer uma parceria com Ludmilla. Além do disco, Biel retoma a série WeBiel, no YouTube, para mostrar os bastidores da nova turnê pelo Brasil. Ingressos: R$ 40 (pista), R$ 60 (área vip), R$ 100 (Villa Prime) e R$ 150 (Camarote), à venda nas lojas Chilli Beans, Coca-Cola, Downtown Pier e Ingressos Prime. Informações: 3031-2139.

ENTREVISTA // BIEL

Conhecido como o Justin Bieber brasileiro, Biel (esquerda) é constantemente comparado ao artista internacional (direita) nas redes sociais. Foto: Reprodução/Instagram
Conhecido como o Justin Bieber brasileiro, Biel (esquerda) é constantemente comparado ao artista internacional (direita) nas redes sociais. Foto: Reprodução/Instagram

Como ídolo teen, quais exemplos se preocupa em passar?
Sinceramente, não me preocupo porque sou transparente e a galera gosta de mim desse jeito. Acho mágico conquistar essa tranquilidade de não me preocupar em ser assim ou assado. Simplesmente sou o que todo mundo vê.

Você participou do clipe de Ludmilla e ela estará no seu próximo videoclipe. Como surgiu a aproximação com ela? Antes mesmo de começar a cantar, fui a um show dela na minha cidade, Lorena, e ela me tratou superbem. Isso foi há uns cinco anos. Ela ainda era MC Beyoncé. Depois de um tempo, nos encontramos na festa do Nego do Borel e voltamos a conversar. Estava começando e ela já era Ludmilla. Pouco tempo depois, assinei com o mesmo escritório e gravadora e isso nos uniu ainda mais.

Você já foi comparado ao cantor Justin Bieber. O que achou disso?
Vou confessar: eu levava foto dele para o cabeleireiro cortar igual. O nosso público é basicamente o mesmo, uma galera bem jovem. Hoje nossos trabalhos estão bem amadurecidos, mas na época tinha semelhante em proporções diferentes.

O que pode adiantar do primeiro CD? Como foi a escolha do repertório?
Foi bem difícil. Muita gente mandou material bom pra gente escolher. Inclusive, tinha escrito algumas coisas, mas sempre acreditamos que “a grama do vizinho é mais verde” e acabei preferindo as músicas dos outros. O CD tem duas composições minhas. A galera pode esperar um repertório bem eclético que, tenho certeza, vai dar o que falar.

Quem são seus ídolos?
Os artistas dos quais sou fã, hoje, se tornaram meus amigos. A própria Ludmilla, é um exemplo. Também gosto muito dos grupos Pixote e Os Racionais. No cenário internacional curto de Lil Wayne, Chris Brown a Justin Bieber.

Como está sua rotina?
Não tenho rotina. Acordo para cumprir um compromisso e sou surpreendido o tempo todo. Na agenda, toda hora entra compromisso e sai compromisso. Estou me adaptando. É uma loucura, às vezes, temos carga horária de 24 horas por dia trabalhando.

Viciado assumido pelas redes sociais, qual consequências enxerga no uso exagerado do celular?
Eu acho que hoje dá para trabalhar, conversar e estudar pelo celular, que acabou virando uma ferramenta indispensável. Não é exatamente um vício. É essencial saber usar com cuidado. Usar a internet e as redes sociais para o bem é muito positivo.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *