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Crise pode ser combatida com educação, diz professor de Stanford

Em meio à crise econômica que o Brasil vive, a capacidade de inovar – e de se reinventar – pode ser a chave para os brasileiros reagirem. No entanto, o país precisa investir em sua educação para conseguir reverter o cenário atual, segundo Jonathan Levav, professor da Escola de Graduação em Negócios de Stanford, uma das universidades mais conceituadas do mundo.

“Você não consegue combater os problemas [de uma crise] se não tiver educação. E ter qualidade é essencial para ter inovação”, afirmou Levav.

O professor reforçou que educação é uma das bases que sustentam o Brasil e que é com ela que as pessoas conseguirão produzir mais e consumir mais. Práticas que podem ajudar a economia nacional a se reerguer.

“Você precisa ter educação para ter um bom emprego e vice-versa. É uma via de mão dupla. E o Brasil faz parte de um grande mercado de inovação na América Latina.”

Levav esteve no Brasil durante a última semana para lançar a 2ª edição do Stanford Ignite, um curso da instituição com foco em empreendedorismo e ideias inovadoras.

“Os norte-americanos estão investindo no Brasil com cuidado no momento, mas por outro lado o país é como um raio em expansão. Só porque que ele está passando por essa crise não significa que ele não é uma boa oportunidade”, destacou. “Temos boas perspectivas para o mercado brasileiro.”

De acordo com Levav, o programa, conduzido em inglês, busca pessoas que queiram criar projetos, desenvolver ideias e criar as próprias companhias. Com duração de sete semanas, o curso vai oferecer noções de marketing, contabilidade, estratégia, criação, negociação, finanças e empreendedorismo.

O investimento é de US$ 10 mil, mas há possibilidade de concorrer a uma das bolsas de 50% oferecidas pela universidade. O processo seletivo consiste em inscrição online, análise de currículo e entrevista presencial.

As inscrições vão até 21 de abril e as aulas estão marcadas para acontecer entre os dias 5 de agosto e 16 de outubro, na sede da Microsoft, em São Paulo.

Fonte: Bol.com.br

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