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Defesa Civil e Bombeiros liberam prédio da Controladoria-Geral do Estado

O prédio da Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE), localizada na Rua Santo Elias, no Espinheiro, Recife, tem expediente normal nesta quarta-feira. Na tarde de ontem a Defesa Civil do Recife e o Corpo de Bombeiros realizaram uma vistoria nos dez andares do edifício e não encontraram irregularidades, apesar da “ocorrência de movimentos atípicos”. O laudo detalhado da perícia ficará pronto até a próxima segunda-feira.

Na manhã da terça-feira os funcionários da SCGE tomaram um susto ao sentirem um forte abalo na estrutura do prédio, que foi evacuado por medida de segurança. “Não há qualquer dano à estrutura, rachaduras e nem mesmo risco aos funcionários, prédios vizinhos e redondezas. Fiscais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) também realizaram visita à edificação”, informou em nota a assessoria de comunicação da Controladoria-Geral do Estado. Cerca de 130 funcionários estavam no local no momento do abalo. A evacuação do prédio foi tranquila, sem correria, e feita pelas escadas. Por volta das 11h, o Corpo de Bombeiros isolou a Rua Santo Elias, no bairro do Espinheiro, onde está instalado o órgão público.

“A boa condição do edifício foi atestada pelos órgãos competentes. O expediente na SCGE foi retomado parcialmente nesta tarde e será restabelecido integralmente amanhã (hoje)”, completou a nota da Controladoria. As plantas do edifício também serão avaliadas, segundo a Codecipe. A Controladoria-Geral do Estado funciona neste endereço há seis anos, mas o prédio existe há 15 anos. Segundo uma funcionária do órgão, que preferiu não se identificar, o imóvel já havia balançado neste ano, quando houve uma forte chuva no Recife. “Mas hoje foi bem pior. As mesas e cadeiras balançaram. O birô parecia uma rede”, contou. A assessoria da CGE também confirmou ter ouvido relatos de tremores anteriores.

Outro funcionário disse que no momento do abalo pensou que estivesse se sentindo mal, “com um sentimento de tontura”. “Mas aí percebemos que era um sentimento coletivo. E que, na verdade, o prédio estava tremendo. Ficamos bastante preocupados.”

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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