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Esposo de Claudinete Catum concede entrevista emocionado na manhã desta terça feira 01

A manhã desta terça feira 01, foi de desabafo para o esposo da supervisora de caixa, Claudinete Catum, a Cal, assassinada barbaramente no último dia 23 de fevereiro, em seu local de trabalho, por Genilson Ferreira Silva, 39 anos – segundo a policia civil – Reinaldo, em entrevista concedida ao radialista João Lucas na Rádio Grande Rio FM.

Reinaldo começou falando que é paulista e estava residindo em Alagoas há exatos dezoito anos, e há um ano estava casado com Claudinete, e com relação ao crime atribuía a Genilson, pois sua esposa não tinha inimizades e o assassino era o único que teria demonstrado interesse em realizar algo de ruim contra o casal.

Afirmou que o assassino vinha querendo se relacionar com a vítima, inclusive ameaçando a mesma pelo fato de não conseguir êxito em suas investidas. quando atendendo a pedido se mudou para o Ceará, fato que trouxe alivio para Claudinete que nutria muito medo por seu algoz.

Cal chegou a trocar mensagens com Genilson até junho de 2014, segundo seu esposo, mas percebeu que ele não era homem para se relacionar, pois o mesmo era comprometido em São Paulo, inclusive o assassino chegou a tentar suicídio em uma movimentada avenida de Penedo.

Sabendo das investidas de Genilson, Reinaldo o procurou para conversar e acabou sendo duramente ameaçado, mas acabou subestimando as ameaças; o fato aconteceu em janeiro de 2015, o casal  seguiu com suas vidas e no último dia 31 de dezembro viajou de férias para a Bahia, Mato Grosso, Goiás e São Paulo, no entanto as ameaças continuaram, inclusive existiam dias que Genilson ligava em torno de cinquenta vezes para Claudinete.

Ainda de acordo com a entrevista, Reinaldo foi enfático ao afirmar que entre Claudinete e Genilson nunca houve um relacionamento, e que no dia do assassinato, o assassino chegou a ir na casa do casal, como não encontrou ninguém, se dirigiu ao supermercado que Claudinete trabalhava onde efetuou os disparos e consumou o crime.

Fato que chamou a atenção foi quando o esposo de Claudinete afirmou que o gerente do supermercado em questão – que não teve o nome divulgado – reconheceu Genilson, pois  o mesmo já teria ido outras vezes ao supermercado à procura da funcionária.

Ao final da entrevista, Reinaldo ao ser questionado o porque de não registrar um Boletim de Ocorrência (B.O) ao ser fartamente ameaçado, disse que atendeu um apelo dos irmãos da igreja que se reuniram com o algoz e afirmaram que ele prometeu que deixaria de perseguir o casal e já estava se preparando par ir embora; afirmou também que torce para que a Justiça consiga colocar as mãos no assassino.

 

 

da redação

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