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Florence + the Machine x Marina and the Diamonds: o duelo de musas do Lolla

Se você esteve afastado do mundo pop nos últimos sete anos, provavelmente não sabe quem elas são e talvez até confunda seus nomes. Mas não se engane. Florence Welch, do Florence + the Machine, e Marina Diamandis, que encarna a persona artística Marina and the Diamonds, não só são pessoas (bem) diferentes como disputam o título de musa do Lollapalooza 2016.

Tal qual a banda que a acompanha, a londrina Florence, 29, é mais alternativa. Espécie de cruzamento de Enya, Björk e Siouxsie Sioux, ela canta uma música de aura retrô, que mistura elementos pop, rock, folk e soul. É uma “fadinha” ruiva e tímida –nem tanto em cima do palco. Embora abrace indie (ou indie pop, para alguns), Florence é uma das mais bem-sucedidas artistas da nova sua geração. Seus três discos de estúdio venderam mais de 6 milhões de cópias.

Fernando Maia/UOL

A cantora inglesa Florence Welch durante apresentação no Rock in Rio 2013

Formado em Londres em 2007, o grupo fez fama escalando os principais festivais do mundo, num roteiro que foi do britânico Glastonbury, passando pelo americano Coachella até o brasileiro Rock in Rio. Apesar das perfomances marcantes, a banda já foi criticada pela performance, incluindo aí o vocal de Florence, que não seria capaz de transmitir a energia dos discos. A legião de fãs brasileiros, que terá a chance de ver a banda pela terceira vez no país, provavelmente não concordam com isso.

Já a galesa Marina parece se distanciar da “rival” também por ivestir num pop (ou eletropop) mais radiofônico, ainda que carregue ambições não tão comerciais assim. A exemplo de Florente, também tem três discos de estúdio, que bebem da new wave e da fonte mais colorida dos anos 1980. Se as música não chegaram a vender tanto, fizeram o sucesso suficiente para transformá-la em um pequeno fenômeno, principalmente entre adolescentes e jovens. Basta lembrar os prantos descontrolados protagonizado por fãs da cantora após o cancelamento de sua participação no Lolapalooza do ano passado, testemunhado pelo UOL.

Getty

Marina Lambrini Diamandis, a Marina Marina and The Diamonds, atração do Lolla

Com visual extravagante, que chega a lembrar personagens de desenhos animados ou uma Katy Perry menos infantil, esta britânica decendente de gregos teve seu grande salto de popularidade em 2010, quando chegou ao segundo lugar na pesquisa “Sound of…” , em que críticos e profissionais da indústria elegem as grandes promessas da música. Ficou atrás de Ellie Goulding.

A curiosidade do público em assistir à estreia dela no Brasil é grande. Tanto pela performance quanto pelo que ela dirá aos fãs, a quem confere o apelido de “diamandis” —dar uma alcunha aos seguidores, aliás, é uma sacada esperta reproduzida pelas principais estrelas pop da atualidade. Geralmente boa de frases, Marina já afirmou se considerar uma artista indie, mas com objetivo claramente pop. Um perfil que se encaixa como uma luva no Lollapalooza.

Fonte: Bol.com.br

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