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Giro UOL Especial: as manifestações pelo Brasil

Brasileiros vão às ruas

O Brasil teve hoje a maior manifestação contra o governo da presidente Dilma Rousseff. A Polícia Militar estima que foram 2,9 milhões em todos os Estados e no Distrito Federal. Em outra contagem, o Datafolha contabilizou 500 mil pessoas só em São Paulo, o maior ato político já registrado na cidade.

Josias de Souza e Fernando Rodrigues analisaram o impacto das manifestações. Ambos concordam que o governo Dilma ficou em uma situação bastante frágil e que dificilmente poderá ser revertida.

Atos em apoio ao governo, ao PT e ao ex-presidente Lula também foram registrados em algumas cidades, como Fortaleza, Porto Alegre, Recife e São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

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Governo se pronuncia

Pouco após os protestos em todo o país, o governo da presidente Dilma afirmou que “a liberdade de manifestação deve ser respeitada”.

Em nota, o governo ainda elogiou o caráter pacífico dos atos e que isso demonstra a “maturidade” do país.

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Preocupação

Dirigentes do PT e líderes de movimentos sociais admitem preocupação com o tamanho dos protestos pelo impeachment. O presidente do PT, Rui Falcão, por exemplo, fez um paralelo com os atos anteriores ao golpe de 1964.

Já João Paulo Rodrigues, do MST, lamentou uma maior participação dos trabalhadores nos protestos. E o deputado federal Vicente Cândido (PT-MG) diz que mudar a política econômica é a última chance de sobrevivência do atual governo.

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Apoio a Lula

Sindicalistas, parlamentares petistas e representantes de movimentos sociais fizeram neste domingo um ato em solidariedade a Lula em frente ao prédio do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.

O petista desceu para cumprimentar os aliados e depois acenou da sacada do prédio, mas não quis dar nenhuma declaração à imprensa.

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Moro exaltado

Responsável pelos processos da Operação Lava Jato, o juiz federal Sergio Moro foi exaltado em cartazes e gritos de guerra em várias cidades que tiveram protestos contra o governo neste domingo.

No Rio de Janeiro, cartazes com a inscrição “Mais Moro, menos Dilma” e “somos todos Moro” podiam ser vistos entre os manifestantes. Uma camiseta identificada com a frase #morobloco, um trocadilho com a banda Monobloco, teve adesão de 35 pessoas, inclusive os atores Marcelo Serrado e Susana Vieira.

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Alckmin e Aécio na Paulista

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador Aécio Neves, ambos do PSDB, compareceram ao ato contra o governo Dilma Rousseff na av. Paulista, em São Paulo. Os tucanos foram vaiados e chamados de “oportunistas” e “ladrões”.

Por outro lado, um grupo de manifestantes aplaudiu a comitiva dos políticos.

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Fonte: Bol.com.br

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