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Grupo preso no Vergel mantinha contato com detentos do Sistema Prisional

Dezessete pessoas foram presas nas primeiras horas da manhã durante a Operação Phoenix, deflagrada pelas Polícias Civil e Militar, nesta quarta-feira (02). O grupo preso, segundo revelou a polícia, mantinha contato com o Sistema Prisional alagoano. A ocupação pela Segurança Pública dos bairros do Vergel do Lago e Levada é por tempo indeterminado.

A operação foi deflagrada durante a madrugada de hoje para cumprir 40 mandados de busca e apreensão e outros 11 de prisão, expedido pelas 15ª e 17ª Varas Criminal da Capital. Outras seis pessoas foram presas em flagrante delito durante as abordagens.

Durante um confronto com os policiais, Adriano Oliveira dos Santos, conhecido também como Caetano, foi baleado e morreu. “Caetano” no momento que foi abordado pela polícia estava em um veículo portando dois revólveres, um calibre 38 e outro calibre 12, além de 10kg de drogas.

Ele é apontado como o líder do tráfico de drogas na região e considerado um dos maiores traficantes de Alagoas e estava em liberdade depois de cumprir pena no presídio de Segurança Máxima.

Durante coletiva a imprensa, a cúpula da Segurança Pública revelou que “Caetano” mantinha contato com o Sistema Prisional através de José Cláudio da Silva Filho, o Ninho.

Também foram presos José Edilson Araújo da Silva, de 38 anos, Cleverton Santos Silva, de 31, Valdira Luiza da Silva, 38, Luiz Felipe Sales da Silva, 22, Dilciane Pereira do Vale, 28, Mércia da Silva Santos, de 22 anos, Sara Julicélia do Nascimento Norberto, de 25 anos, Cliste Walyson Manoel da Silva, de 21 anos, Allison Araújo Bezerrade 33 anos, Kátia Maria da Silva, de 31, Flaviana da Silva, 35 anos, Cláudio Bezerra dos Santos, 33, José Carlos de Oliveira, 38 anos, Anderson Silva Santos, 25, Geovane Santos Aristides da Silva, 19 anos, Adriano dos Santos Oliveira [que morreu durante confronto] e Fernando Ítalo Alexandre Leite Santos, de 21 anos.

Todos foram encaminhados ao Complexo de Delegacias Especializada (Code), no bairro da Mangabeiras, onde prestaram depoimento, em seguida ao Instituto Médico Legal para realizar exame de corpo de delito e ficarão a disposição da Justiça.

Participaram da operação o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), equipes da Radiopatrulha, Batalhão de Operações Especiais, 1º Batalhão, Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), além de equipes de operações aéreas e do Corpo de Bombeiros.

Por Vanessa Siqueira e Paulo Chancey Júnior

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