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Idolatria a Suarez e respeito a Neymar marcam chegada do Uruguai ao Recife

Equipe celeste encara o Brasil na sexta-feira, às 21h45, na Arena Pernambuco

 

A chegada da seleção uruguaia ao Recife, onde enfrenta na próxima sexta-feira o Brasil pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, foi animada. Na noite desta quarta-feira, cerca de 100 torcedores estiveram em frente ao hotel Marriott Courtryard, na zona sul da cidade, para receber os atletas. Fizeram muita festa, batucaram instrumentos musicais e entoaram cantos de incentivo à Celeste. O mais festejado por todos, claro, era o atacante Luis Suárez.

O atacante do Barcelona foi a grande estrela da noite. O mais esperado pelos torcedores – até porque fará a reestreia oficial pelo Uruguai depois da famosa mordida no jogo contra a Itália, ainda pela Copa do Mundo de 2014.

O sentimento em relação ao jogador entre o uruguaios era de pura idolatria. Faixas, bandeiras e até um pequeno boneco levantado pelos torcedores celebravam "el regreso" do artilheiro.

– É o melhor atacante do mundo. Vai ser dois a um para o Uruguai. Um gol dele e outro de Cavani – palpitou o estudante Jorge Cornelli.

Outro ponto curioso é que, emboja seja rival no jogo, o brasileiro Neymar não foi alvo das provocações do uruguaios. Muitos dos presentes demonstraram respeito e até apreço pelo atacante.

– Neymar e Suárez são craques. Não tem nem como comparar os dois. Um é o melhor centroavante do mundo. O outro, o melhor ponta – afirmou o estudante Gaston lazoguet.

Os jogadores uruguaios não interagiram com a torcida. Escoltados pelos seguranças, desceram do ônibus e foram diretamente para o hotel descansar. Os torcedores, no entanto, mostraram-se esperançosos de que conseguiriam um autógrafo ou uma selfie mais tarde. 

– É característica dessa geração – afirmou um deles.

Nesta quinta,a Seleção Uruguaia treina à tarde na Ilha do Retiro.

FÃ MIRIM

A chegada do Uruguai não chamou muita atenção do povo pernambucano. Alguns poucos curiosos passavam, observam o movimento e saíam. Alguns permaneceram do outro lado da rua. Um, em especial, foi ao hotel só para ver o Uruguai. Devidamente trajado com a camisa do Barcelona, o garoto Fernando Sotero, acompanhado do pai, Flavio, queria ver Suárez.

Fã confesso do trio MSN, o pequeno Fernando, oito anos de idade, não hesitou ao ser questionado sobre quem era melhor: Neymar ou Suárez. Não adiantou nem o pai argumentar,

– Suárez é melhor. Mais matador.

 

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