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Leona Cavalli abandona redes sociais após polêmica

“Existe o Rian antes e depois da Ayahuasca”. É assim que Nizo Neto explicou a experiência do filho com a bebida que também é conhecida como Chá de Santo Daime.

Rian Brito foi encontrado morto no dia 3 de março em uma praia no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, em Quissamã, região norte do Rio de Janeiro. Ele estava desaparecido desde o dia 23 de fevereiro, após ser deixado pela mãe na porta de uma auto escola em São Conrado.

Em um vídeo gravado ao lado da atual mulher, Tatiana Presser, Nizo contou que a mudança de comportamento do herdeiro foi notada após seu primeiro contato com o chá, em 2014, quando esteve em uma seita chamada Porta do Sol, dirigida pela atriz Leona Cavalli, no Rio de Janeiro. Após a morte do rapaz ser constatada, BRita BRazil, mãe do jovem, associou o nome de Leona ao caso, chegando a dizer ironicamente que ela estava convidada para a cremação. “A atriz Leona Cavalli não pode faltar. Te espero lá. Tens um lugar reservado na primeira fila (compartilhem este ‘evento’)”, desabafou.

Sem citar a colega de profissão, o primogênito de Chico Anysio falou sobre a polêmica. “O Rian sempre foi um menino absolutamente normal, sem problema nenhum. Vinha normalmente em uma busca de si próprio, mas nada que nos alertasse sobre alguma coisa perigosa. Através de um amigo muito próximo, ele foi levado a experimentar o chá de Ayahuasca e nós só viemos saber quando ele já estava avançado em algumas doses”, contou o humorista. Clique aqui e assista ao vídeo na íntegra!

Rian Brito e o pai Nizo NetoRian e o pai. Foto: Divulgação/Facebook

A magreza do rapaz foi o primeiro ponto que chamou a atenção dos familiares. “O discurso dele era de que tinha uma missão a seguir, que nem ele sabia explicar o que era, e para cumprir isso não podia comer”, relatou Nizo Neto. O laudo pericial apontou morte por afogamento e indicou que a vítima estava em jejum.

Após um acompanhamento médico ao longo do ano passado, com três internações e uma visita ao médium João de Deus, ele parecia estar recuperado. “É um caminho sem volta. Nos últimos dois meses o Rian estava muito bem, não nos passava pela cabeça que ele ia fugir dessa forma que ele fez. De repente deu um clique e o levou a tomar uma atitude dessa. Se ele quisesse se matar teria entrado com roupa, documentos e tudo na água e não ia se mandar para um lugar tão longe para fazer isso”, opinou o ator.

Nizo fez um alerta para quem deseja experimentar a bebida. “Eu, como pai, me sinto na obrigação de alertar outros pais. Têm pessoas que tomam e não têm problema nenhum e a gente não está aqui para falar mal do Ayahuasca em si e sim da forma como ele é administrado”, disse.

“Não estou criticando a crença de ninguém, todo mundo tem direito de seguir o que quiser, a questão não é essa”, enfatizou.

Polêmica com Leona Cavalli

Leona Cavalli excluiu seus perfis no Facebook e Instagram após BRita BRazil, mãe de Rian e ex-mulher do Nizo Neto, citá-la como a responsável por ter iniciado Rian Brito na Ayahuasca.

A atriz é diretora do Centro de Estudos Xamânicos Porta do Sol, uma organização religiosa, cultural, filantrópica e sem fins lucrativos do Rio de Janeiro, onde o rapaz tomou quatro doses do chá em 2014.

Antes de fechar as páginas, ela escreveu um comunicado aos seguidores. “Gostaria de expressar, mais uma vez, meus sinceros sentimentos a toda família de Rian Brito, com profundo respeito ao momento de dor de seus entes queridos. Coloquei, como muitos, posts da busca dele nas minhas redes sociais, e vibro para que Deus o ampare”, afirmou.

“Respondendo aos que perguntaram – mesmo me resguardando o direito de não fazer declarações públicas sobre minha vida pessoal nem espiritual, por ser de foro íntimo – digo que faço parte da Porta do Sol, Centro de Estudos Xamânicos de Expanção da Consciência, uma organização idônea e regularizada, inscrita no CONAD – Congresso Nacional Anti Drogas – e da ONG Paz Sem Fronteiras, que realiza atividades de auxílio aos indígenas, à preservação da natureza, a entidades carentes e à Cultura da PAZ a anos, no Brasil e no mundo. Rian foi ao Centro de Estudos, em 2014, apenas por quatro vezes, uma delas com sua mãe (que não conheci, pois não estava nesse dia, mas respeito muito sua dor, e até mesmo o fato desta senhora estar escrevendo meu nome, neste momento de sofrimento). Depois nunca mais o vi, nem tive nenhum tipo de relação com ele. Agradeço a todos a compreensão e peço por favor que respeitem o silêncio, para não tornar o sofrimento um sensacionalismo. Muita LUZ e PAZ a todos”, finalizou.

Leona CavalliReprodução/Facebook

 
A página da Porta do Sol também divulgou um comunicado à imprensa; veja na íntegra:

“O Centro de Estudos Xamânicos de Expansão da Consciência Porta do Sol é uma organização religiosa, cultural e filantrópica, sem fins lucrativos, que faz uso benéfico do chá Ayahuasca, como sacramento religioso, sem qualquer associação com outras substâncias psicoativas ilícitas, conforme previsto em seu Estatuto Social. O chá Ayahuasca é usado pela Porta do Sol exclusivamente de modo responsável no rito religioso, observando os princípios da legalidade, moralidade, privacidade, liberdade religiosa (de crença e de culto), liberdade de expressão, de pensamento e de criação.

O uso religioso da Ayahuasca é reconhecido e protegido pelo Estado Brasileiro através da Resolução n. 01, publicada no Diário Oficial da União de 25 de janeiro de 2010, do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas –CONAD. Ao reconhecermos as pesquisas cientificas que comprovam o uso benéfico do chá ayahuasca, nos opomos a qualquer forma ilegal e inconstitucional de discriminação de seu uso em rituais espirituais, considerando que o princípio da liberdade religiosa engloba a garantia de proteção do Estado às manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras. Nesse sentido, reafirmamos o direito à liberdade religiosa e de culto no Brasil e lembramos, ainda, que calúnia, injúria e difamação são atitudes passíveis da ação penal CP 2848/40.

Por fim, nos solidarizamos ao luto da família de Rian Brito, porém esclarecemos que são falsas as acusações que associam sua morte à Porta do Sol e à Ayahuasca.

Almejamos que os princípios legais da liberdade e da democracia sejam resguardados nesse momento de dor e tristeza, evitando que acusações sem provas e sensacionalistas possam gerar ainda mais transtornos e injustiças”.

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Fonte: Band.com.br

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