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Madrasta acusada de assassinar de garoto a pauladas é condenada a mais de 20 anos de prisão

Crime ocorreu no ano de 2008 no bairro da Santa Lúcia 

 

A ré Adriana Maia Barros da Silva foi condenada a 29 anos de prisão pelo assassinato do garoto Leandro Oliveira da Silva, 11 anos, morto a pauladas em seu quarto, residência localizada na Rua Manoel Machado, no bairro Santa Lúcia,  no dia 10 de janeiro de 2008. A sentença foi lida pelo juiz Geraldo Amorim no final da noite desta terça-feira (29). 

Adriana foi apontada durante as investigações como o autora do crime. Inicialmente ela deverá cumprir sentença em regimefechado no Presídio Feminino Santa Luzia.  Em 2012, a Polícia Civil chegou a prender o padrasto do menor, também apontado como participante do assassinato, no entanto ele não foi pronunciado no final do inquérito.  

A investigações apontaram que Leandro Oliveira foi morto por ter flagrado sua madrasta, Adriana Barros Silva, com o padrinho. Depois disso, os dois decidiram matar o menino, por medo de que o menor denunciasse o romance para seu pai.

O crime

As investigações policiais apontaram que Adriana Maria Barros é a assassina do menor. Os dois tinham uma relação muito conturbada. O menor por diversas vezes havia se queixado com vizinhos da difícil relação que mantinha com a esposa do pai.

O corpo de Leandro Oliveira foi encontrado sobre a cama. Ao lado dele estava um pedaço de caibro, objeto utilizado como arma do crime. O pai da vítima, Manoel Mendes de Oliveira, foi quem encontrou o corpo. Um bilhete foi encontrado ao lado do corpo.

A versão dada à polícia pela madrasta era de que teria saído de casa e que a residência foi arrombada. Mas a polícia chegou a outra conclusão.

 Perícias feitas no local mostraram que o pedaço de pau era da casa onde Leandro morava. O crime teria acontecido entre as 4h e 5h e Adriana Maria deixou a residência às 7h. O laudo mostrou ainda que todas as pancadas foram na cabeça e que não houve indícios de arrombamento no local.

O bilhete encontrado ao lado do corpo também chamou a atenção da polícia. Nele, Leandro era chamado de ‘cagoete safado’ (dedo-duro), devido a denúncias de que haviam supostos traficantes na escola onde estudava. Mas a polícia descobriu que o bilhete havia sido ‘plantado’ e que a expressão era usada pela acusada para chamar o menino.

 

Por cadaminuto

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