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Obama defende sua posição de não bombardear Síria de Assad

O presidente americano, Barack Obama, discursa durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington, no dia 10 de março de 2016. Foto: Saul Loeb/AFP
O presidente americano, Barack Obama, discursa durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington, no dia 10 de março de 2016. Foto: Saul Loeb/AFP

Washington – O presidente de Estados Unidos, Barack Obama, disse não lamentar ter recuado em sua ameaça de bombardear o governo de Bashar al-Assad pelo uso de armas químicas e admitiu estar “orgulhoso” dessa decisão. Em uma entrevista publicada nesta quinta-feira pela revista “The Atlantic”, Obama descreve sua decisão de dar marcha  a ré em seus planos de bombardeios aéreos sobre Damasco.

“Estou muito orgulhoso” dessa decisão, afirmou o presidente. “O peso esmagador das decisões convencionais e o maquinário do nosso aparato de Segurança Nacional foram longe demais”, comentou Obama.

“A percepção era que minha credibilidade estava em xeque, que a credibilidade dos Estados Unidos estava em xeque. E, por isso, sabia que, naquele momento, apertar o botão de pausa teria um custo político para mim”, reconheceu. Seus críticos argumentam que a decisão de Obama afetou a credibilidade dos Estados Unidos, a qual não vai-se recuperar tão facilmente.

“O fato de que tenha sido capaz de dar marcha a ré, apesar das pressões, refletir e pensar por mim mesmo em qual era o interesse dos Estados Unidos, não apenas em relação à Síria, mas também em relação à nossa democracia (…) foi a decisão correta”, afirmou o presidente.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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