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Parque Metropolitano é desmatado no Cabo de Santo Agostinho

A identificação ontem de desmatamento no Parque Metropolitano Armando Holanda, no Cabo de Santo Agostinho, deve ser vista como um lembrete do valor histórico do espaço e da degradação que vem sofrendo nos últimos anos. Desta vez, a área de mata derrubada deu lugar a seis tanques para criação de camarões. Todos foram fechados e quatro pessoas autuadas em flagrante. O estrago ambiental ficou. Para recuperar o verde nesse trecho da Vila de Nazaré, alguns anos serão precisos. Puniu-se conforme a lei. Mas não basta para se preservar o que resta do parque, ocupado irregularmente também nas praias de Gaibu, Calhetas e Suape. Ocupações que se multiplicaram com o projeto da Refinaria Abreu e Lima. Antes, eram feitas geralmente por veranistas ou por nativos. Com a refinaria, vieram os trabalhadores de baixa qualificação de outros estados. A busca pelo eldorado do emprego esbarrou nos preços do aluguel e levou ao desembarque de famílias nas ocupações. E agora com a paisagem desordenado do que é um dos principais destinos turísticos, o poder público, em especial o estado, tem que desatar um nó duplo: evitar novos crimes ambientais e reparar as falhas do passado. Ações essas que pedem pressa.

Cena mórbida
Causou indignação ontem o abandono de um caixão entre os túmulos do Cemitério de Santo Amaro, no Recife. A conclusão de quem viu a cena era de que se tratava de uma violação, ato qualificado como crime.

Matando a fome
Alguns pedestres fingiram não ver, mas um pedinte revirando as lixeiras na frente de um dos maiores empresariais da Ilha do Leite remexeu o sentimento de outros. Dois quebraram a indiferença e deram comida ao homem.

Para quem?…
Duvido ter passado na cabeça de quem planejou o canteiro entre a pista local e central da Avenida Agamenon Magalhães, no sentido Ilha do Leite/Derby, que a calçada seria usada por idosos e pessoas com deficiência.

…E inclinada
Parte do canteiro, próximo à Rua Jornalista Trajano Chacon, tem piso em forma de escada. A outra parte é em forma de rampa, mas uma rampa de placas inclinada que dificulta o andar das pessoas de mobilidade limitada.

Donas da calçada
Nos últimos anos, as barracas em frente ao Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) foram crescendo. As primeiras, acanhadas e de telhado de amianto, deram lugar a pontos com até seis metros de largura. A calçada ficou para elas.

Quilos de cabos
Suape desperta a curiosidade. Para renovar a rede de energia da estrada da Torre de Controle e do molhe externo do porto estão sendo usados 530 quilos de cabo de cobre, 31 postes de fibra e 54 isoladores para reduzir os riscos de acidentes.

Placa de interdição…
Não era das melhores as condições encontradas pela Vigilância Sanitária em um matadouro clandestino de Curcurana, em Jaboatão dos Guararapes. Carnes foram apreendidas e incineradas e estabelecimento interditado.

Questão de paternidade
Os moradores da Rua Conselheiro Silveira de Souza, no Cordeiro, sofrem com a disputa entre a Compesa e Prefeitura do Recife. Uma joga para a outra, segundo eles, a responsabilidade de fechar uma cratera.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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