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Cinco razões para ver Capitão América: Guerra civil

Filme é cheio de cenas de ação, mas equilibra bem drama e humor. Marvel Studios/Divulgação
Filme é cheio de cenas de ação, mas equilibra bem drama e humor. Marvel Studios/Divulgação

Capitão América: Guerra civil entra em cartaz nesta quinta-feira rodeado de expectativas: é, até agora, a maior reunião de super-heróis nas telas, apresenta personagens inéditos e é a adaptação de uma das sagas mais famosas e queridas das HQs da Marvel. Para completar, chega num momento em que a principal concorrente do estúdio, a DC, busca consolidar também seu universo cinematográfico, com o recente Batman vs Superman (ainda em cartaz em algumas salas) e Esquadrão Suicida (com estreia marcada para 4 de agosto).

E seja qual for o seu nível de expectativa, é provável que o filme vá satisfazer. Isso porque o novo longa está entre os melhores já lançados pelo estúdio e entrega quase 2h30 de ótimo entretenimento. E para não falar muito sobre a trama nem trazer spoilers, aproveitamos aqui para listar cinco motivos que fazem valer o ingresso para Guerra civil. Confira:

1 – Homem-Aranha – Mesmo já tendo cinco filmes no cinema, o último de 2013, é a primeira vez que o Aranha aparece junto a outros heróis, graças a um acordo entre a Marvel e a Sony, a atual detentora dos direitos do aracnídeo. Outra novidade é o fato do personagem ser vivido por um ator bem mais jovem do que as outras encarnações cinematográficas. Tom Holland, de 19 anos, conseguiu representar o teioso com sucesso, sempre com uma piada pronta para soltar no meio do combate. Além de bem caracterizado, o personagem traz um bem-vindo alívio cômico para muitas das cenas de lutas. E esperem pela segunda cena pós-creditos.

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2 – Pantera Negra – Menos conhecido do grande público, o Pantera Negra (Chadwick Boseman) faz a estreia nos cinemas e prepara terreno para seu filme solo, programado para fevereiro de 2018. T’Challa, o príncipe do país africano fictício Wakanda, será o primeiro protagonista negro a ganhar a tela grande pelo estúdio Marvel. Poderoso e imponente, o personagem tem uma participação importante no longa, marcando presença em alguns dos momentos mais dramáticos e também nas principais cenas de ação.

Novo herói é um dos pontos altos do filme. Marvel Studios/Divulgação
Novo herói é um dos pontos altos do filme. Marvel Studios/Divulgação

3 – Maturidade – Já se vão quase oito anos desde o primeiro Homem de Ferro, o debute do universo cinematográfico da Marvel. E o 13º filme é, de fato, o mais adulto do estúdio. A trama traz um debate sobre liberdades individuais e as implicações da atividade super-heroica na vida de pessoas sem poderes e apesar do tema mais sério, o longa é bem balanceado com os momentos de humor. E se o grande chamariz do filme era justamente a cisão entre os heróis da Marvel, nada mais justo do que esperar ação nas telas. E não faltam competentes cenas de luta, daquelas que desafiam a lógica mas parecem perfeitamente possíveis para super-heróis.

4 – Expectativa – Guerra civil se destaca pelo roteiro eficiente de Christopher Markus e Stephen McFeely e direção competente dos irmãos Anthony e Joe Russo. As duas duplas criativas são as mesmas do filme anterior do Capitão América (2014) e também os responsáveis pelos próximos dois filmes dos Vingadores: Guerra infinita parte 1 (4 de maio de 2018) e parte 2 (3 de maio de 2019). Pelo que vimos nos dois longas, dá para ficar otimista com os próximos lançamentos.

5 – Marvel x DC – Comparações geralmente são injustas, mas em alguns casos, é quase inevitável fazê-las. E Capitão América: Guerra civil chega quase que induzindo o expectador a compará-lo com o recente Batman vs Superman. Não faltam razões para tanto: além da antiga rivalidade entre Marvel e DC, que sempre leva fãs a discutir qual delas é a melhor, ambos os filmes apostam na polarização entre heróis. E vale a pena discutir qual dos dois longas se saiu melhor. Escolha seu lado!

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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