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Game transforma metade de seus jogadores em mulheres e causa polêmica

Com a mais recente atualização ao seu jogo “Rust”, a Facepunch Studios transformou os personagens de cerca de metade de seus jogadores em mulheres.

No título de sobrevivência, o gênero e a aparência dos personagens são gerados aleatoriamente com base na SteamID de cada jogador. Ou seja: mesmo que um personagem seja apagado, ele só poderá ser recriado com aquela mesma aparência, a menos que o jogador crie outra conta no Steam e compre outra cópia do jogo.

Em reação à novidade, a comunidade do game dividiu-se entre fãs que aplaudiram a escolha dos desenvolvedores e outros que sentiram-se incomodados por não serem mais representados por seu gênero real.

“Entendemos que esse é um assunto difícil para muita gente. Talvez você não seja mais do gênero com o qual você se identifica no mundo real”, diz a nota oficial de atualização do estúdio. “Entendemos que isso pode lhe incomodar e fazer com que você não queira mais jogar”.

“Mas tecnicamente nada mudou, já que metade da população já convive com esses sentimentos [no mundo real]. A única diferença é que agora você se sente assim por causa do seu SteamID ao invés de por causa do seu corpo”.

A discussão concentrou-se na comunidade do game no Steam, onde muitos usuários irritados criaram tópicos por não poderem escolher o gênero ou a cor de pele dos bonecos.

“Odiamos a forma como os jogadores são reconhecidos pelos nomes flutuando sobre suas cabeças”, afirmou o desenvolvedor Garry Newman ao site Eurogamer. “Em uma versão ideal do game os jogadores seriam reconhecidos por sua aparência. E isso seria consistente e os seguiria aonde eles fossem”.

Rebatendo as críticas dos usuários, Garry revelou: “Antes de acrescentarmos novas raças e gêneros você jogava como um cara branco careca – você nunca teve uma escolha. Então não estamos tirando a escolha dos jogadores, só estamos acrescentando mais variedade ao game. Não acho que jogar com uma cor de pele ou um gênero diferente atrapalha a experiência de ninguém”.

Fonte: Bol.com.br

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