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Saiba tudo sobre a novela Liberdade, Liberdade, da Globo

Curiosidades

*No início de janeiro, a equipe de Liberdade, Liberdade começou os encontros e preparações para recriar o Brasil colônia. Além de consultar livros, filmes e obras de arte sobre o período, a equipe participou de palestras, leituras de capítulos em grupo e diversas aulas. Luta, esgrima, equitação, condução de charrete e etiqueta foram algumas das atividades experimentadas pelo elenco.

*Cerca de 90 pessoas viajaram para Diamantina, Minas Gerais, onde deram início às gravações da novela. Durante duas semanas, fora feitos em meio às belezas naturais nos entornos da cidade, como a Gruta do Salitre, a Estrada Real e o Cânion do Funil, pontos turísticos da região. Thiago Lacerda, Dalton Vigh, Mel Maia, Zezé Polessa, Marco Ricca e Nikolas Antunes gravaram cenas dos primeiros capítulos da trama, sob o comando do diretor artístico Vinicius Coimbra e dos diretores André Câmara e Pedro Brenelli.

*Para a viagem, três caminhões e quatro vans saíram do Rio de Janeiro carregadas com equipamentos técnicos e materiais de cenografia e produção de arte. A equipe de figurino levou oito araras e quatro caixas grandes com roupas e acessórios como luvas, chapéus e botas. Já a equipe de caracterização transportou cinco cases repletos de itens para ajudar a “conduzir” o elenco e a figuração para 1792 e 1808. Tudo para levar o público ao Brasil Colônia.

*As gravações no Rio de Janeiro começaram na primeira semana de fevereiro. O Forte de São João, na Urca, foi transformado no cais do porto do Brasil colônia. O cenário marca o primeiro capítulo da trama, onde Tiradentes (Thiago Lacerda) recebe o livro da independência norte-americana e de onde Raposo (Dalton Vigh) parte para Portugal levando Joaquina (Mel Maia). É lá também onde acontece a chegada de Raposo, Joaquina (Andreia Horta), André (Caio Blat) e Bertoleza (Sheron Menezes) quando retornam ao Brasil, no segundo capítulo.


*Para transformar o local, a equipe de cenografia precisou de três dias. Foram quatro caminhões – um deles veio diretamente de Minas Gerais, com peças produzidas na região. Inspirada em gravuras da época, a equipe criou elementos para compor o espaço: pequenos carrinhos de madeira chamados ‘piolho’ – usados por escravos para transportar materiais –, fardos de tecidos amarrados com corda, reproduções de cordas de navio, velas de barco, tendas de pau do mato e folha de bananeira. Para esconder resquícios contemporâneos, a entrada do local foi coberta com areia. Tudo para reproduzir o cais do porto de 1808. Já nas cenas da taberna, também gravadas no Forte, três balcões compuseram o ambiente, além de dez mesas grandes rústicas de madeira.  

*A movimentação do lugar ficou por conta dos 200 figurantes que participaram dos dois dias de gravação e dos atores Thiago Lacerda, Andreia Horta, Lilia Cabral, Dalton Vigh, Caio Blat e Sheron Menezes, todos comandados pelo diretor artístico Vinicius Coimbra. 

*A equipe de figurino levou 350 peças para o set, para compor escravos e fidalgos. O time de caracterização precisou de três cases e duas malas grandes para carregar próteses de cicatrizes e machucados, e material que reproduz suor. Foram usadas cerca de dez latas de shampoo a seco para dar o aspecto aos cabelos da época – as pessoas usavam talco para tirar a oleosidade dos fios – e dez bastões corretivos que não disfarçaram nada, pelo contrário: foram usados para “sujar” os figurantes e atores.

*Para finalizar a primeira fase da trama, a equipe da novela se reuniu no Paço Imperial, localizado no Centro do Rio de Janeiro. Lá gravaram as cenas do julgamento e enforcamento de Tiradentes, interpretado por Thiago Lacerda. Durante dois dias, cerca de 700 pessoas participaram das cenas, que levaram todos em uma viagem até o Brasil de 1792.

*A equipe de cenografia, durante uma semana, transformou o local, escondendo os elementos contemporâneos e incluindo peças que remetessem ao século XVIII. Primeiro, montaram um espaço de julgamento, onde Tiradentes recebe sua sentença até o enforcamento. Caminhões transportaram mesas, cadeiras, portas, cortinas e um dos principais itens da gravação: a forca.

*A forca foi pré-montada duas semanas antes da gravação. Feita de madeira de demolição, ela possui seis metros de altura até o topo. Para a produção de arte, um dos objetos mais importantes foi o livro de sentenças que fica na mesa do julgamento. O livro é uma reprodução inspirada em pinturas do período. Um calígrafo reescreveu a sentença real de Tiradentes, que está nos registros da Inconfidência Mineira.

*Cerca de duas mil peças de roupa foram levadas para o local, para figuração e elenco. Para a caracterização, dois quilos de “sujeira” e dois litros de lama cenográfica foram usados na pele e no cabelo de todos. E ainda 50 próteses de cicatrizes, queimaduras e dentárias, perucas e bastões de corretivo para sujar corpo e unhas.

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Fonte: OFuxico.com.br
Matéria Originalmente postada pelo site O Fuxico

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