Últimas

Uber emite nota oficial contra violência e ressaltando livre arbítrio de passageiros

Após protestos dos taxistas contra o Uber e denúncias de que os motoristas do aplicativo estariam sendo vítimas de ciladas e retaliações, a empresa emitiu um comunicado oficial ressaltando que considera inaceitável o uso de violência e defendendo o direito dos cidadãos de escolher como querem se locomover.

Nesse domingo, em um ato de protesto, dezenas de taxistas se posicionaram em frente ao prédio onde mora o prefeito do Recife, Geraldo Julio. Os trabalhadores enfileiraram-se na via, no bairro da Torre, para se manifestar contra a permanência do aplicativo, que começou a funcionar na capital pernambucana no dia três de março.

A falta de uma nova regulamentação ou de um posicionamento mais claro da Prefeitura do Recife sobre a legalidade da Uber dentro da capital pernambucana só aumenta a tensão. Na madrugada do sábado, vários confrontos quase simultâneos foram registrados em diversos pontos da cidade, culminando com o guinchamento de um dos veículos ligados à Uber e o constrangimento de seus passageiros.

Os motoristas do aplicativo denunciam a formação planejada de “ciladas”, onde os taxistas estariam chamando carros para “fechá-los” e, então, ligar para a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) ou a Polícia Militar e denunciá-los por transporte ilegal de passageiros.

Confira a nota na íntegra

A Uber considera inaceitável o uso de violência. Todo cidadão tem o direito de escolher como quer se mover pela cidade, assim como o direito de trabalhar honestamente.

Os motoristas parceiros da Uber oferecem um serviço de transporte individual privado, que é completamente legal de acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587). Vale destacar que a justiça brasileira já confirmou diversas vezes que a Uber é legal no Brasil, assim como a comunidade jurídica.

A Uber não concorda com apreensões porque o serviço prestado pelo motorista parceiro não só encontra respaldo na legislação Federal mas ainda na própria Constituição Federal. Reforçamos que nossos parceiros têm que ter seus direitos constitucionais de trabalhar (exercício da livre iniciativa e liberdade do exercício profissional) preservados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *