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Árvore que caiu no dia 29 de janeiro ainda não foi retirada do Cemitério de Santo Amaro

Continua sem solução o problema da árvore frondosa que caiu no dia 29 de janeiro dentro do Cemitério de Santo Amaro, no Recife. O tronco gigante, que atingiu vários túmulos, ainda não foi retirado. Além disso, a árvore interdita uma rua da Ala Sul do cemitério, dificultando a passagem das pessoas. Os reparos aos jazigos também ainda não foram iniciados pela Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb).

Em nota emitida no final de março, a Emlurb informou que estaria articulando uma nova operação para remover a árvore. O órgão esclareceu que já esteve no local outras vezes, mas não conseguiu concluir o trabalho devido à quantidade de veículos estacionados na lateral do muro em que a árvore tombou, dificultando o acesso da equipe e dos equipamentos.  Ainda no documento, a empresa se comprometeu a realizar o conserto de todas as estruturas públicas danificadas pela queda da árvore. No entanto, por se tratar de um fenômeno natural e não de negligência na manutenção da planta, o reparo dos jazigos particulares deverá ficar a cargo dos proprietários.

O acidente aconteceu quando uma forte chuva atingiu a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por volta das 8h, na Avenida Rosa e Silva, nas proximidades do Hospital dos Servidores do Estado, a queda de outra árvore matou o ciclista Ricardo Batista, de 45 anos. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital da Restauração (HR), mas não resistiu. Naquele dia, o Corpo de Bombeiros registrou mais de  20 ocorrências envolvendo quedas de árvores no Recife. As chuvas, que deixaram ainda diversos pontos de alagamento, falta de energia elétrica e semáforos sem funcionar, foram causadas por vórtice ciclônico e intensificadas pelo El Niño.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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