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Conmebol escala árbitros com histórico de problemas com o São Paulo

A Conmebol divulgou neste sábado (07) os trios de arbitragem para os jogos das quartas de final da Libertadores. E o resultado não traz boas recordações para a diretoria do São Paulo.

Para o jogo de ida, na quarta-feira no Morumbi, o trio será formado pelos colombianos Wilmar Roldán, Eduardo Díaz e Humberto Clavijo. Na partida de volta, no Independencia, em Belo Horizonte, responsabilidade para os uruguaios Andrés Cunha, Carlos Pastorino e Horácio Ferrero.

Wilmar Roldá, por outro lado, traz boas lembranças ao Atlético-MG. Ele é o juiz que apitou a final da Libertadores de 2013, vencida pelo time mineiro. 

As más lembranças do São Paulo com Roldán começaram em 2011, em duelo com o Libertad (PAR) pela Copa Sul-Americana. O lateral Juan, hoje no Coritiba, foi tirar satisfação sobre o tempo de acréscimo e acabou expulso. Na ocasião, acusou o árbitro de tê-lo chamado de “macaco”.

Dois anos depois, na Libertadores, Ron expulsou Luis Fabiano também por reclamação após jogo com o Arsenal de Sarandí (ARG). Fabuloso ainda pegou quatro partidas de suspensão no tribunal da Conmebol.

No caso de Cunha, a preocupação é mais recente. Na vitória sobre o River Plate (ARG) no Morumbi neste ano, o uruguaio deu amarelo a Jonathan Calleri após confusão em que D’Alessandro e Vangioni poderiam ser expulsos, mas só o segundo foi excluído. O lateral-esquerdo argentino ainda se livrou de pena maior por não ter sido denunciada a agressão pelo árbitro.

O São Paulo ainda é a equipe mais indisciplinada desta edição da Libertadores, com 29 cartões amarelos e quatro vermelhos. O último deles foi de Centurión, que cuspiu em Brambilla, do Toluca (MEX), e deve levar gancho de seis jogos.

Fonte: Bol.com.br

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