De Jodie Foster e Pamela Anderson a Julia Robberts: veja flashs de Cannes

Julia Roberts, a ‘linda mulher’ de Cannes

Pela primeira vez no Festival de Cannes, Julia Roberts, um dos ícones do glamour de Hollywood, subiu na noite de quinta-feira a mítica escadaria do festival.

A “linda mulher” das telonas brilhou com vestido preto e uma espetacular esmeralda que adornava seu vertiginoso decote. Ela subiu descalça os 24 degraus e voltou a calçar os sapatos quando chegou à plateia do Gran Teatro Lumiere, para a estreia de “Jogo do Dinheiro”, de Jodie Foster.

Jodie Foster, Julian Moore, Eva Longoria, Naomi Watts, Susan Sarandon e Jessica Chastain também desfilaram no tapete vermelho deste evento mundial do cinema.

As diretoras mulheres, “um risco”

Jodie Foster, que apresentou “Jogo do Dinheiro”, seu quarto longa-metragem como diretora, disse que alguns estúdios de cinema às vezes não confiam nas mulheres diretoras porque estas representam “um risco grande demais” para eles.

A atriz estimou que, com as turbulências da economia e as mudanças tecnológicas, os estúdios de cinema hesitam antes de assumir qualquer risco.

“Acho que os dirigentes dos estúdios têm medo (…) e que, de certa forma, as mulheres estão classificadas em uma categoria de ‘risco importante demais'”, insistiu.

Pamela Anderson na praia de La Croisette

Madrinha da associação de preservação marítima Sea Shepherd, Pamela Anderson estará em Cannes no sábado (14) para denunciar o “inferno” dos parques aquáticos. A atriz dará uma coletiva de imprensa na praia de La Croisette ao lado de Paul Watson, o famoso ativista ecologista canadense.

Solidariedade com cineasta iraniano

Cineastas e profissionais do cinema pediram “solenemente às autoridades iranianas o perdão para Keywan Karimi”, cineasta iraniano de 30 anos condenado a 223 chicotadas e um ano de prisão.

“Seu crime é ter exercido seu ofício de cineasta, ter mostrado o lado não oficial da sociedade iraniana”, declararam em um comunicado cerca de quatro organizações profissionais internacionais.

O mundo do cinema pediu também “a todos os governos que intervenham ante as autoridades iranianas”.

Muçulmano sunita oriundo do Curdistão iraniano, Keywan Karimi foi condenado por ter realizado um documentário sobre os grafites políticos nas ruas de Teerã.

O Capital no século XXI” adaptado para o cinema

O volumoso tratado do economista francês Thomas Piketty, que denuncia a desigualdade no mundo, o best-seller ‘O Capital no século XXI’ será adaptado para o cinema em breve.

“A ideia é apelar para a literatura, o objetivo não é fazer entrevistas enfadonhas de economistas”, disse Piketty, entrevistado pela AFP. O filme será uma coprodução da França e da Nova Zelândia, e começará a ser gravado neste verão europeu.

Fonte: Bol.com.br

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