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Dois meses parado e recordes quebrados: as coincidências entre Messi e os títulos do Real Madrid

Nas duas temporadas recentes em que faturou a Champions, Real e camisa 10 viveram situações semelhantes

Lionel Messi e Real Madrid. Dois rivais. Dois opostos. Mas que também possuem suas semelhanças. Pelo menos nos anos em que os Blancos conquistaram a Uefa Champions League.


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É curioso, mas nas duas conquistas europeias recentes dos Merengues, o camisa 10 argentino ficou dois meses machucado. Não que isso tenha feito diferença, já que o craque ficou fora dos gramados apenas na fase de grupos da Champions, e o Barcelona avançou à fase final tanto em 2013/14 quanto em 2015/16. No entanto, a coincidência existe.

Em 2013/14, Messi se lesionou em 10 de novembro e ficou dois meses fora de ação. Já nesta temporada, ele ficou longe dos gramados entre 26 de setembro e 21 de novembro. Curiosamente, seu retorno foi justamente contra o Real Madrid, entrando no segundo tempo da goleada blaugrana por 4 a 0 em pleno Santiago Bernabéu.

Também vale destacar que nas duas temporadas com títulos continentais para os Blancos, Messi quebrou recordes impressionantes. Em 2014, em um período de 7 dias, no mês de março, ele quebrou duas marcas históricas. Primeiro, ao anotar um hat-trick na goleada por 7 a 0 sobre o Osasuna, o argentino superou os 369 gols de Paulino Alcántara e se tornou o maior artilheiro da história do Barcelona.

Depois, ele voltou a marcar três vezes, desta vez na vitória barcelonista sobre o Real Madrid no Santiago Bernabéu, por 4 a 3, e ultrapassou Alfredo Di Stéfano como maior goleador da história de El Clásico.

Já em 2016, o craque ganhou sua quinta Bola de Ouro, chegou a 500 gols na carreira e, ao lado de Neymar e Luis Suárez, fez o MSN balançar as redes 131 vezes na temporada, um recorde para os trios ofensivos em toda a história do futebol. Messi foi responsável por 41 gols dos 131, além de dar 23 assistências.

(Fotos: Getty Images)

No entanto, também existem diferenças nas campanhas, e elas são em relação aos títulos. Em 2013/14, o Barça só conquistou a Supercopa da Espanha e viveu a temporada perdida com Tata Martino. Em 2015/16, os Blaugranas conquistaram o histórico doblete, repleto de recordes históricos, e Messi foi fundamental nas conquistas.

Luis Suárez foi o grande nome, mas o argentino foi importantíssimo, sendo o líder de assistências de La Liga ao lado do uruguaio, um dos artilheiros da Copa del Rey e dando os passes para os gols de Jordi Alba e Neymar na final do torneio mata-mata, desequilibrando na prorrogação contra o Sevilla e sendo vital para o título, assim como foi no Espanhol. O camisa 10 argentino também foi espetacular em alguns jogos e viveu fase extraordinária entre dezembro de 2015 e março de 2016.


Fonte: Goal.com

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