Últimas

Ensino privado quer maior participação na elaboração de políticas públicas

O setor privado é essencial para que o Brasil atinja as metas de matrículas no ensino superior para a próxima década, de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), José Janguiê Bezerra Diniz. Segundo ele, o setor representa hoje 74% do total de 7,8 mihões de matrículas no ensino superior, de acordo com o último Censo da Educação Superior.

Na última terça-feira (3), Diniz assumiu a presidência da entidade que representa mais de 800 mantenedoras em todo o país. É fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, o maior em número de unidades nas regiões Norte e Nordeste. Fazem parte do grupo, entre outras instituições, o Centro Universitário Maurício da Nassau, com sede em Recife.

Diniz defende a manutenção e a expasão de políticas sociais no ensino superior, como o Programa Universidade Para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Dados do Ministério da Educação (MEC), de 2014, mostram que 40% das matrículas nas instituições particulares eram de estudantes beneficiados por esses programas.

Em sua gestão à frente da ABMES, que se estende até 2019, Diniz pretende aumentar a participação do setor privado na elaboração das políticas educacionais do governo. Quer, também, organizar um grupo de especialistas para elaborar propostas a serem apresentadas ao governo e expandir os representantes em colegiados e comissões do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do MEC, entre outros.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *