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Ex-Chiquititas e ex-Rebelde ganham novo público em "Êta Mundo Bom"

Não foram só Mili e Diego que cresceram: os fãs de “Chiquititas” e “Rebelde” que se encantaram pelos papéis que projetaram Giovanna Grigio e Arthur Aguiar também estão mais maduros, mas não menos apaixonados pelos ídolos e pelo casal “Gesório” de “Êta Mundo Bom”. Além de deixar comentários e declarações nas redes sociais e promover recepções calorosas por onde eles passam, alguns não pensam duas vezes antes de cometer algumas loucuras, como tatuar os nomes dos intérpretes na pele. Atitude que sempre surpreende a dupla.

Reprodução/Instagram/larifelix20

Fã tatua o nome de Giovanna Grigio no braço

“Quando eu vi pessoalmente não sabia onde enfiar a cara. Era enorme! Fiquei envergonhada, acho esquisito tatuar o nome de uma pessoa que está viva e pode te decepcionar. Não vou falar: ‘Nossa, achei linda, adorei’. Eu me assustei. Falei: ‘Menina, se eu fosse você não teria essa coragem'”, diz Giovanna, 18.

Acostumado ao assédio “mais caloroso” das adolescentes também por causa de “Malhação”, Arthur, 27, tampouco vê com naturalidade essa expressão de admiração. “Já fizeram várias vezes isso, fico louco. Já falei: gosto de tatuagem, tenho algumas, mas procuro colocar coisas que me lembrem um momento. Aí uma menina de 15 anos pede autorização, os pais deixam – o que eu já acho maluquice . Escreve Arthur Aguiar, depois casa, se arrepende… Teve um menino que escreveu o nome dos seis [protagonistas de ‘Rebelde’]”, lembra.

Ídolo da garotada há cinco anos, o ator admite hoje ser menos ativo na interação nas redes sociais pelo fato de conciliar a novela com a gravação de um disco solo e a escritura de um livro de contos. E diz que não esperava que tivesse fãs tão fiéis por tanto tempo.

“É engraçado porque achei que não fossem acompanhar minha carreira. Como surgem coisas novas o tempo todo, hoje eles te amam e daqui a pouco surge outra coisa muito legal que eles amam. Achei que fosse ser assim com ‘Rebelde’ e isso não aconteceu. Vejo fãs que conheci em 2011 hoje no aeroporto. Alguns mandam mensagens dizendo: ‘Não posso mais te acompanhar como acompanhava antes porque estou estudando para o vestibular, estou trabalhando’. Mas estão sempre ali torcendo, trazendo energia positiva”, conta.

Lourival Ribeiro/SBT

Giovanna como Mili em cena de “Chiquititas”, ao lado de Raissa Chaddad

Giovanna, por sua vez, sente que seu público está mais amplo: além das crianças, e dos pais que as acompanham, virou queridinha da terceira idade.

“É cada vovó que vem falar comigo! Participei da peça de uns amigos, são todos meninos, bonitos, então só vai adolescente. Enquanto todas as meninas foram falar com o Leonardo [Picon],  as vovós me falavam: ‘Eu te assisto na novela’. É especial demais saber que as pessoas estão tão envolvidas com a história”, analisa.

A atriz garante que criou amizade com várias fãs, mas uma delas foi fundamental para o trabalho atual, já que, assim como a personagem, sofre de leucemia. “Ela é uma querida, muito especial. Ela convive com a leucemia há muito tempo e está bem, feliz, se cuidando. Histórias como a dela inspiram outras pessoas. E posso usar a minha voz, como Gerusa para inspirar pessoas que estão passando por aquilo e conscientizar as outras”, diz.

Record

Em “Rebelde”, Arthur era Diego, amigo de Roberta (Lua Blanco)

Romance 

Na trama de Walcyr Carrasco, a postura de Gerusa quando finalmente descobrir a doença ainda é um mistério – é apenas no capítulo previsto para o dia 8 de junho que Osório conta a verdade para amada. Antes disso, porém, ele a pede em casamento. Os fãs torcem pelo tradicional final feliz, ignorando que, na década de 40, época em que se passa a novela, leucemia não tinha nenhuma possibilidade de cura.

“É difícil um amor assim tão puro e genuíno, e as pessoas ficam encantadas com esse romance de antigamente. Osório realmente acredita que o amor dele vai curá-la. Eu sofro pelo personagem. Fico pensando no que o Walcyr vai fazer. Será que lá na frente o médico vai diagnosticar que não era leucemia? Ou só se tiver uma licença, porque é uma novela”, diz Arthur, que assim como a colega, pesquisou bastante sobre a doença. 

Para os atores, no entanto, um desfecho trágico não está totalmente descartado. “Se acontecer, a culpa não é minha”, brinca Giovanna, que aceitaria na hora raspar a cabeça caso a história exigisse. “Eu jamais perderia a oportunidade de fazer a Carolina Dieckmann [que viveu Camila em “Laços de Família”] na TV! Aquilo foi maravilhoso! Se eu tivesse a minha chance, agarraria”, garante.

Fonte: Bol.com.br

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