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Explosão perto de quartel militar fere 8 em Istambul

(atualiza número de feridos e dá outras informações)

Istambul, 12 mai (EFE).- Oito pessoas ficaram feridas nesta quinta-feira explosão de um carro-bomba perto de um quartel militar em Istambul nesta quinta-feira, no que parece ser um ataque contra um grupo de soldados, informou a emissora “CNNTÜRK”.

O veículo explodiu por volta das 13h30 GMT perto do quartel militar de Samandira, no bairro periférico de Sancaktepe, no lado asiático de Istambul, durante a passagem de uma caminhonete com militares.

Segundo os últimos dados, divulgados para a imprensa pelo governador de Istambul, Vasip Sahin, oito pessoas sofreram ferimentos, cinco delas militares e três civis.

O Ministério da Defesa confirmou em comunicado, divulgado em seu site, que se tratava de um carro-bomba dirigido contra a instituição militar, e condenou este “covarde ataque”.

A emissora “CNNTÜRK” afirmou que todos os afetados sofreram ferimentos leves, causados sobretudo pela explosão dos vidros da caminhonete.

Embora a princípio tenha se pensado que o carro-bomba seguia o veículo militar, o comunicado do Estado-Maior assevera que ele estava estacionado.

Os meios de imprensa concordam em assinalar que o carro-bomba estava estacionado a cerca de 200 metros do quartel militar e que a carga explosiva foi ativada à distância, quando a caminhonete militar se aproximava.

A distância, em uma avenida aberta, diminuiu o impacto, já que se fosse mais perto da caminhonete o ataque teria causado um massacre, afirma o jornal “Hürriyet”.

A explosão foi tão potente que quebrou as janelas das casas próximas e o carro-bomba ficou totalmente destroçado, com algumas peças jogadas até a 300 metros de distância, segundo a “CNNTÜRK”.

Ainda não foram conhecidas reivindicações do atentado nem possíveis atribuições.

Nos últimos meses, tanto o proscrito Partido de Trabalhadores do Curdistão (PKK), a principal guerrilha curda na Turquia, como a facção Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), que se separou do anterior, reivindicaram ataques com carro-bomba contra comboios militares.

Fonte: Bol.com.br

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