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Giro UOL Política – Rodrigues: PMDB não tem como eleger ninguém presidente

O presidente interino Michel Temer reforçou, em seu primeiro discurso hoje, em Brasília, depois de ter assumido as funções da presidente afastada, Dilma Rousseff, que vai manter os programas sociais do governo, como o Bolsa Família, e que vai assegurar a continuidade da Operação Lava Jato.

Além disso, os ministros que irão compor a equipe do presidente interino já estão quase todos definidos. O número de ministérios deve cair de 32 para 23. Sete deles devem ser fundidos a outros, enquanto três pastas perderão status de ministério.

Para Fernando Rodrigues, analista e blogueiro político do UOL, mesmo com Temer no poder, o PMDB neste momento não tem chances de eleger ninguém para a presidência da República.

Bolsa Família e Lava Jato mantidas

O presidente interino Michel Temer (PMDB) reforçou, em seu primeiro discurso na tarde desta quinta-feira (12), no Salão Leste do Palácio do Planalto, em Brasília, que manterá programas sociais dos governos anteriores, como o Bolsa Família, e que assegurará a continuidade da Operação Lava Jato.

Ele iniciou o discurso pedindo confiança aos brasileiros. “Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente, na vitalidade de nossa democracia, na recuperação da economia, nos potenciais do nosso país, nas instituições sociais e políticas”.

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Time escalado

Os ministros que comporão a equipe do presidente interino Michel Temer, que assumiu o poder nesta tarde, já estão quase todos definidos.

O número de ministérios deve cair de 32 para 23. Sete deles (Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento, Cultura, Direitos Humanos, Aviação Civil, Portos e Previdência) devem ser fundidos a outros, enquanto três pastas perderão status de ministério (Banco Central, Secretaria de Comunicação Social e Gabinete Pessoal).

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Ministros investigados

Após cogitar um “ministério de notáveis”, com intelectuais e especialistas em suas respectivas áreas, o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) anunciou uma equipe com candidatos que não tiveram voto suficiente em suas últimas eleições, suspeitos de cometer crimes e velhos conhecidos dos governos Dilma, Lula e Fernando Henrique Cardoso.

Ao menos três dos 23 novos ministros são alvos da Operação Lava Jato: Romero Jucá (Planejamento), Geddel Vieira (Secretaria de Governo) e Henrique Eduardo Alves (Turismo). Com a posse, Geddel e Henrique Eduardo terão seus casos remetidos do juiz Sérgio Moro para o Supremo Tribunal Federal (STF).

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Estado menor e mais PPPs

Em seu primeiro pronunciamento no cargo, o presidente interino Michel Temer defendeu as parcerias público-privadas como forma de combater a crise econômica do país. Nessas parcerias, governo e empresas atuam juntas para construir infraestrutura.

A contrapartida para as empresas é explorar os serviços por um período longo, definido em contrato.

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Fonte: Bol.com.br

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