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Jogamos: distritos e construtores dão novos ares a "Civilization VI"

Em 2016, “Civilization” completa 25 anos e, entre altos e baixos, são 34 milhões de cópias e uma trajetória de sucesso incontestável entre os jogos de estratégia em turnos.

Firaxis e 2K não deixariam a data passar em branco, com grandes mudanças na construção e gerenciamento de cidades, “Civilization VI” será lançado em 21 de outubro com legendas e textos em português, uma novidade mais que bem-vinda para os brasileiros fãs da série.

O UOL Jogos teve a chance de jogar os primeiros 60 turnos de uma partida contra três adversários controlados por IA. Não é muita coisa, mas serviu pra ter um gostinho das novidades anunciadas até agora para “Civilization VI”. Em geral o estilo de jogo é similar ao antecessor, mas agora há inovações sutis, como a possibilidade de estabelecer distritos dentro de cidades, o que garante bônus em áreas como cultura, ciência e militar.

“Civilization VI” também abre possibilidades de explorar o terreno para assegurar bônus extras: no caso dos distritos, por exemplo, campi e locais religiosos geram mais benefícios quando construídos próximos a montanhas. No caso das Maravilhas, as condições do terreno são tratadas como pré-requisitos, como o Stonehenge e as Pirâmides, por exemplo, que só podem ser construídas próximas de regiões pedregosas ou desertos, respectivamente.

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Existem inovações sutis, como a possibilidade de estabelecer distritos dentro de cidades, o que garante bônus em áreas como cultura, ciência e militar

Os Workers, que até o jogo anterior eram unidade que basicamente serviam para construir certas estruturas e interligar as cidades, agora são Builders. Cada Builder pode construir um certo número de estruturas antes de sumir e a vantagem dessas unidades está no fato de serem capazes de construir melhorias imediatamente, como plantações. O fator estratégico está em decidir onde e como utilizá-las. A China, por exemplo, pode empregá-los para ajudar a completar as Maravilhas.

A Firaxis também mexeu no comportamento dos Líderes, que agora agem de acordo com certos objetivos pessoais. Imagine, por exemplo, um Líder obcecado por construir Maravilhas. Se você passar a competir com ele neste quesito, pode irritá-lo a ponto de uma guerra ser declarada.

Há um fator aleatório nessas agendas pessoais dos líderes, já que alguns de seus objetivos são secretos e não podem ser descobertos sem diplomacia ou espionagem, por exemplo.

Em 60 turnos não é possível vislumbrar tudo de novo que “Civilization VI” quer oferecer, especialmente na parte militar, mas o começo é animador, com novidades que mexem no jeito de jogar e rejuvenescem a franquia, que aos 25 anos de idade ainda continua atual.

Fonte: Bol.com.br

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