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MasterChef Brasil: Doce francês torna eliminação amarga e não deixa chance para Gabriella continuar no programa

A engenheira química optou por não entregar versões coloridas do macaron. Fotos: Carlos Reinis/Band
A engenheira química optou por não entregar versões coloridas do macaron. Fotos: Carlos Reinis/Band

Um corte nobre de carne foi o produto principal da Caixa Misteriosa, nessa terça-feira (3), na cozinha do MasterChef Brasil. Os 17 competidores tiveram o desafio de acertar o ponto do T-Bone, que é o traseiro do boi (o miolo do filé mignon e o final do contrafilé), divido por um osso em formato de T. Além da proteína,  os cozinheiros tinham que elaborar um acompanhamento e, o que acabou sendo o carrasco de alguns participantes, o molho barbecue.

Alguns dos competidores começaram confiantes com os ingredientes, mas aos poucos as coisas começaram a desandar . O modelo Fábio vibrou com a possibilidade de fazer umz prato no qual já tinha alguma experiência, mas viu o sonho virar pesadelo quando, uma por uma, começou a errar as etapas do preparo. Todos tiveram uma hora para cozinhar e montar as receitas que poderiam levar acompanhamentos como maçã, milho e batata doce.

Na hora de experimentar os destaques positivos foram dados para cinco cozinheiros. A empresária Raquel ficou mais uma vez entre os melhores e chamou atenção dos jurados pelo molho barbecue.  A fisioterapeuta Luriana passou um pouco do ponto, mas impressionou dos chefs sabor. Thaiana e Leonardo também se salvaram da eliminação, mas o destaque da prova foi o médico Lee, que usou uma técnica de selagem reversa (quando se sela a carne depois dela passar pelo forno), acertou o ponto, o molho e o milho como acompanhamento, arrebatando elogios da chef Paola Carosella que chegou a dizer que o prato era de chorar. “É de chorar de bom”, comentou.

O médico Lee foi o destaque da primeira prova
O médico Lee foi o destaque da primeira prova

Os piores resultados foram Guilherme, o português Nuno e Fábio, que passou do ponto da carne, não temperou corretamente e fez um molho gorduroso que o chef Henrique Fogaça criticou, afirmando ter gosto de chulé. Os outros participantes acabaram ganhando uma segunda chance de escapar da prova final. Eles teriam que acertar o nome de 15 ingredientes vindos de diversas partes do mundo, podendo apenas tocar, cheirar e ver os alimentos. As professoras Bruna e Vanessa foram as participantes vitoriosas do teste.

As coisas não ficaram mais fáceis na prova de eliminação. Confeitaria nunca é fácil para os competidores e a escolha do doce macaron, uma iguaria típica francesa também não ajudou muito.  Os cozinheiros tinham que fazer três casquinhas de cores diferentes, recheadas com três recheios em contraste com a massa. Os problemas começaram no mercado quando Guilherme pegou mais produtos do que deveria para barganhar com os outros competidores  e acabou prejudicando o PM Rodrigo e Fábio, que ficou sem açúcar.

Caixa Misteriosa revelava um T-Bone para os cozinheiros
Caixa Misteriosa revelava um T-Bone para os cozinheiros

A massa era a parte mais difícil da preparação e muita gente errou no ponto e na quantidade de corante. Ninguém conseguiu reproduzir a iguaria com perfeição, mas Pedro e Paula chegaram perto e foram logo colocados no mezanino.  Gleice, Lívia e Gabriella foram chamadas por terem feitos os piores pratos. Lívia escapou com um doce mediano, deixando a estudante e a engenheira nos momentos finais.

Na hora da eliminação Gleice confessou ao chef Erick Jacquin que não se achava digna de continuar no programa por ter servido o macaron com a massa ainda crua. Apesar disso os jurados escolheram Gabriella, que mesmo ouvindo as regras no início da prova, sobre as cores diferentes do doce, preferiu não entregar os três macarons coloridos, com medo de servir o prato cru. Por essa decisão ela acabou saindo da competição.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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