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Palmeiras chega a acordo verbal com Crefisa e deve receber R$ 19,5 milhões

Palmeiras e Crefisa chegaram a um acordo verbal na tarde desta quarta-feira (4) depois de divergências em relação ao aditivo do contrato. O clube alviverde desistiu de pedir 100% de multa no caso de rescisão contratual e aceitou manter o acordo antigo, que era de 30%. Era esse o principal entrave entre as partes, como revelou o UOL Esporte.

O pagamento dos três meses, no valor total de R$ 19,5 milhões, depende agora da assinatura do Palmeiras. O documento, de acordo com a instituição financeira, está com o jurídico do clube paulista. A Crefisa afirma que realizará o repasse assim que receber o aditivo e diz que este montante já está em uma conta esperando o pagamento. A direção palmeirense não se manifesta sobre o caso.

Sem receber durante o trimestre, as contas palmeirenses foram mantidas em dia por conta de empréstimos feitos pelo presidente palmeirense, Paulo Nobre. 

O Palmeiras entendia que a multa para a quebra do vínculo teria de chegar aos 100% do restante do contrato. A Crefisa, no entanto, acredita que o repasse teria o previsto em contrato, de 30%, caso o fim da parceria virasse realidade antes de dezembro deste ano. 

Em meio a todo o imbróglio, a Crefisa havia estabelecido o dia 14 de maio de maio como o limite para que a paz entre eles fosse celebrada. A data é a estreia do Palmeiras no Brasileirão, em jogo contra o Atlético-PR. Nesta ocasião, inclusive, haverá a estreia de um novo uniforme

O aditivo de contrato foi criado em fevereiro, após o Palmeiras enfrentar a Ferroviária com a marca Avanti na camisa. O fato foi o estopim para as duas partes entrarem em rota de colisão e fez com que o patrocinador quisesse mudar alguns pontos do acordo. 

Por isso, a Crefisa parou de fazer o repasse mensal de R$ 6,5 milhões (no último dia 1º, o montante chegou a R$ 19,5 milhões). A empresa aguarda o retorno do aditivo para voltar a repassar a verba — o documento hoje se encontra no jurídico do Palmeiras. 

Fonte: Bol.com.br

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