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Aos 25 anos, Carla Diaz relembra trabalho em O Clone: “É engraçado, tenho fãs na Rússia”

Carla Diaz está em cartaz no teatro e, em breve, estará também na TV e cinema - Foto: Reprodução/Instagram

Carla Diaz está em cartaz no teatro e, em breve, estará também na TV e cinema – Foto: Reprodução/Instagram

Aos 25 anos, Carla Diaz já tem experiência de 23 anos no mundo artístico, já que começou logo cedo como estrela de comerciais e ensaios fotográficos. Em entrevista para a revista Marie Claire, publicada nesta quinta-feira (16), a atriz relembrou dois grandes trabalhos que realizou ainda criança na TV, que marcaram sua carreira.

Com apenas seis anos, ela fez sucesso como Maria na novela infantil Chiquititas, exibida pelo SBT: “A gente chegou a fazer shows pelo Brasil, viramos produtos, viramos bonecas até. Não acho que tão cedo algo assim irá se repetir”.

Já aos 11, interpretou a pequena Khadija em O Clone, na TV Globo: “Até hoje a novela é assistida em diversos países e é engraçado porque eu tenho fãs na Rússia e em lugares que eu nunca imaginei. Foi a primeira novela sobre árabes e muçulmanos e as pessoas se interessaram por essa cultura. A minha personagem tinha sotaque, dançava dança do ventre. Foram várias superações”.

Atualmente, ela está em cartaz com o musical Estúpido Cupido, no qual faz uma jovem que adora funk e também se prepara para estrear em julho na novela da TV Record Terra Prometida: “Minha personagem vai ter um romance à lá Romeu e Julieta. Haverá guerra, mas também essa vontade de fazer o bem ao próximo. Ela acaba sendo uma heroína e viverá conflitos com o pai”.

Recentemente, Carla também atuou no filme Jogos Clandestinos, que ainda não tem data de lançamento. “Esse é meu primeiro longa. É uma ação e tem um pouco de comédia. Fazer cinema, como atriz, é uma experiência maravilhosa. A Margarida é uma garçonete de um cassino clandestino. Esse filme tem uma pegada de ação, que não é tão comum no Brasil”.

Sempre procurando novas experiências, a atriz ainda revelou um desafio que ainda gostaria de ter em sua carreira: “Quando tinha 4 anos, assistia Mulheres de Areia e foi ali que comecei a ter uma noção maior do que é ser atriz. A Glória Pires fazia a Ruth e a Raquel. Achei aquilo o máximo. Fazer duas personagens é o desafio dos desafios”.

Ela ainda declarou não ter problemas com mudanças de visual para determinados trabalhos: “Não tem que ter pudor. Tem que mergulhar no personagem, não dá para se sentir incomodado. O nosso material de trabalho é o nosso corpo”.


Fonte: Cenapop.com.br

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