Brasileiros contam os bastidores do ataque na UCLA

Estudante que iria acompanhar o treino da Seleção Brasileira descreve correria no campus da universidade americana

Uma ataque matou duas pessoas na Universidade de Los Angeles (UCLA), nesta quarta-feira (1). O local receberia a Seleção Brasileira para treinos esta noite, preparação para a estreia na Copa América. O incidente mudou os planos da Seleção Brasileira, que vai voltar ao StubHub Center, onde treinou até a última terça (31).  

A medida foi tomada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) logo após o tiroteio, quando as autoridades ainda procuravam pelo resposável. Todo o bairro de Westwood, onde está localizada a UCLA, na região oeste de Los Angeles, foi fechado pelos policiais, que há pouco confirmou que dois homens foram mortos após três disparos serem feitos.  

Muitos estudantes da UCLA ficaram presos nas salas de aula como medida de segurança. “Veio um cara aqui levar a sala inteira para baixo, porque aconteceu algo no prédio de engenharia. Sim, tá uma sala inteira numa salinha pequena”, disse Jim Bruno, estudante de Relações Internacionais na universidade.  Os estudantes já foram liberados. 

Estudantes foram agrupados em salas, proibidos de deixa a UCL (Goal Brasil)

A situação da Seleção Brasileira passou em branco para os estudantes. Na verdade, mesmo entre os brasileiros que estudam na UCLA, poucos pareciam entusiasmados em acompanhar os trabalhos da equipe de Dunga, algo um pouco incomum para uma seleção que, por tantos anos, viveu acostumada com o assédio de torcedores dentro e fora do país. 

“Eu estava tentando acompanhar o treino da Seleção. Achei que ia ser de manhã como estava sendo. Quando cheguei lá, vi uma pessoas correndo e recebi uma mensagem sobre o tiroteio”, disse Bruno Marienberg, que cursa Estudos de Mídia. “Eu ia sozinho, acho que ninguém sabia (sobre o treino)”, concluiu. 


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Fonte: Goal.com

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