Católicos devem rezar em silêncio na igreja para não ofender muçulmanos 


11/06/2016 – 11:00


Cristãos italianos e ingleses trocam evangelho pelo “politicamente correto”.




Católicos devem rezar em silêncio na igreja para não ofender muçulmanos 
Católicos devem rezar em silêncio para não ofender muçulmanos 

Uma decisão controversa da Igreja Católica tem gerado um grande debate na Itália. O instituto Caritas resolveu abrigar refugiados muçulmanos dentro da Igreja de Santo Antônio, na cidade de Ventimiglia. Com o início do Ramadã, período do ano mais sagrado para os islâmicos, os fiéis que chegavam para rezar no local foram obrigadas a fazê-lo em silêncio.

Os membros da Caritas, instituição de caridade católica que cuida dos refugiados, pediram que os cristãos não fizessem orações em voz alta. Afirmaram que eles deviam “respeitar” as pessoas de outra fé que estavam no local.

Depois que uma das paroquianas reclamou e pediu que os estrangeiros fossem levados para outra igreja, Don Rito, o padre local, tomou uma atitude impensável alguns anos atrás. Ele pediu que a fiel e os demais católicos presentes o acompanhassem até outra igreja próxima.

O trabalho da Caritas é focado em providenciar “asilo” as pessoas vindas do Oriente Médio e Norte da África, além de procura influenciar as políticas da União Europeia (UE). Atualmente, seus voluntários distribuem 600 refeições por dia para os imigrantes na pequena cidade de Ventimiglia.

Localizado na região norte, ela recebe em média mais de 50 africanos por dia vindos pelo mar. A maioria aguarda permissão para entrar na França. O prefeito da cidade, Enrico Ioculano, já declarou que esta é “uma situação insustentável”.

A decisão dos católicos em evitar essa “ofensa cultural” aos muçulmanos ocorreu duas semanas depois de uma declaração igualmente preocupante. O arcebispo Justin Welby, maior autoridade da igreja anglicana da Inglaterra, pediu que os imigrantes muçulmanos não fossem evangelizados.

Na ocasião ele pediu que os cristãos ingleses oferecessem “amor incondicional” e só falassem sobre sua fé caso fossem perguntados. Com movimentos similares na Alemanha e outros países, parece que a tendência na Europa é trocar o evangelho pelo “politicamente correto”. Com informações de Shoebat


Fonte: Gospelprime.com.br

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