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Contra os Warriors, Cavaliers tentam uma virada inédita na NBA

Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers fazem neste domingo (19), às 21h (de Brasília, com ESPN), em Oakland, na Califórnia, o sétimo e decisivo jogo da final da NBA.

Depois de seis partidas, a série melhor de sete está empatada em 3 a 3.

Os Cavaliers estão na busca do seu primeiro título na liga, enquanto os Warriors já têm quatro troféus.

O time de Cleveland vem de uma vitória sem grandes problemas. Na quinta (16), venceu o rival por 115 a 101, em casa, forçando a sétima partida.

A história, porém, está do lado da equipe do armador norte-americano Stephen Curry, atual sensação da liga.

Em 32 ocasiões, nunca um time que começou perdendo a série final por 3 a 1, como os Cavaliers, conseguiu virar e ficar com o título.

New York Knicks, em 1951, e Los Angeles Lakers, em 1996, foram as franquias que mais estiveram próximas de uma reviravolta. Ambas as equipes até conseguiram empatar a decisão depois de ver o adversário abrir 3 a 1, mas sucumbiram no sétimo duelo.

E para se tornar o primeiro time a conseguir tal feito, os Cavaliers apostam no astro LeBron James, que vem de duas grandes performances.

No quinto jogo, na casa dos Warriors, ele marcou 41 pontos, pegou 16 rebotes e distribuiu sete assistências. Na sexta partida, em Cleveland, anotou novamente 41 pontos, com oito rebotes e 11 assistências.

Para o sétimo jogo, o ala quer uma defesa mais forte para tentar parar o ataque adversário.

“Para termos sucesso, precisamos defender e estar atentos a cada posse. Nos últimos dois jogos, estávamos afiados”, disse.

Já os torcedores dos Warriors esperam que Curry volte a brilhar depois de um jogo para esquecer.

Na sexta partida da série, ele marcou 30 pontos, mas acabou expulso de quadra por acúmulo de faltas pela primeira vez na sua carreira.

Além disso, ficou marcado por um toco (bloqueio de arremesso) que levou de LeBron.

Considerado o jogador mais valioso da temporada, ele reconhece que tem de melhorar na série final.

Nas seis partidas até aqui, ele está com uma média de 23,5 pontos por confronto. Na primeira fase do campeonato, a sua média foi 30,1.

“Eu preciso jogar o meu melhor jogo do ano, ou quem sabe da minha carreira. Isso não significa marcar 50 pontos. Significa controlar o ritmo do jogo e eu preciso ser mais agressivo”, afirmou.

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Fonte: Folha.com.br

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