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Haiti passou vexame, mas não foi pior seleção da história da Copa América

Venezuela tem péssimo histórico e acumulou três campanhas em que só passou vexame

Era para ser uma experiência importante para aprender: jogar com os melhores, competir e aumentar seu nível. Mas a passagem do Haiti na Copa América foi traumática. A equipe dirigida por Patrice Neveu terminou na última colocação do Grupo B com 12 gols sofridos e apenas um a favor (na dura derrota por 7 a 1 contra o Brasil).

Para o elenco do Haiti, a experiência de participar do torneio foi uma festa. O grande problema foi a inaceitável goleada do Brasil, ainda que a diferença entre as equipes sejam enormes. A derrota para o Peru no primeiro jogo foi algo lógico. E a goleada sofrida contra o Equador, pelo desgaste da competição, era de se esperar.

Houve muita diferença em quase todos aspectos: físico, técnico e de entendimento de jogo. No Haiti existem basicamente atletas que atuam na segunda divisão dos Estados Unidos e da França. Eles enfrentaram equipes com atletas de primeiro nível do futebol.


Brasil sofreu único gol do Haiti (Foto: Lucas Figueiredo / MoWA Press)

Mas mesmo assim o Haiti não foi a pior seleção na história da Copa América, pois a Venezuela tem histórico de vexames. Em 1975, ela perdeu por 4 a 0 e 6 a 0 para o Brasil, depois por 5 a 1 e 11 a 0 para Argentina.

Em 1991, a Venezuela perdeu todos jogos novamente, fez 15 gols e marcou apenas um. Quatro anos depois, “a vinotinto” voltou a ser derrotada em todas partidas e sofreu 10 gols, sem marcar nenhum.

Equador e Bolívia também já tiveram péssimas campanhas, mas quando a Copa América era chamada de Campeonato Sul-Americano, nas décadas de 40 e 50.


Fonte: Goal.com

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