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Hudson volta ao São Paulo, mas deixa escalação nas mãos da comissão técnica: ‘Vão decidir o que for melhor’

Recuperado de uma ruptura no tendão, volante deve retomar a condição de titular até a semifinal da Libertadores

A escalação do São Paulo para o clássico contra o Santos, neste domingo (26), às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu, segue indefinida pelo técnico Edgardo Bauza. No entanto, uma novidade entre os relacionados já é certa. Recuperado de uma ruptura no tendão, o volante Hudson voltará a se concentrar com a equipe. Resta saber se ele iniciará ou não a partida.

“Estou treinando com bola há uma semana, as dores são praticamente nulas, agora é questão de ritmo de jogo mesmo. Se eu vou atuar 90 minutos ou entrar no segundo tempo é uma questão da comissão técnica, eles vão decidir o que for melhor”, afirmou em entrevista coletiva nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda.

Questionado se após o San-São chegará o momento de poupar jogadores para a semifinal da Copa Libertadores, Hudson disse que assusta a quantidade de lesões em sequência no elenco. O jogo de ida contra o Atlético Nacional será disputado no dia 6 de julho, no Morumbi.


(Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC/Divulgação)

“Assusta a quantidade de lesões em sequência. Todo cuidado é pouco. A fisiologia acompanha muito bem, junto com a preparação física. Mas não adianta tirar o pé, porque se não fica muito tempo sem jogar. Precisa do meio termo para todos estarem bem fisicamente e com ritmo de jogo”, declarou.

Um dos jogadores mais utilizados por Bauza até se lesionar, Hudson comentou sobre a sadia disputa dos volantes do elenco pela titularidade.

“Eu e o Wesley ficamos machucados juntos, essa briga ajuda muito o time. São quatro jogadores para duas posições, e todos estão indo muito bem. O Joãozinho está tendo sequência, é um jogador de extrema qualidade, o mais jovem de todos. O São Paulo estará muito bem servido com qualquer escolha”, finalizou.

Os números de Hudson na Libertadores:

Confira outras declarações de Hudson na coletiva:

Lesão de Kelvin e recuperação de lesão

“É uma pena, vinha muito bem. São coisas do futebol. Torcemos para quem substituir atuar com a mesma qualidade do Kelvin.”

É o feeling. O jogador dá a sua “clínica”. Ele teve uma lesão grau 2, de três a quatro semanas, pode ser que recupere antes. Eu estou indo no tempo normal. Tentei retornar antes, senti, e a minha lesão pegou adutor e púbis. No início dos treinos eu compensava do outro lado. É muito de cada jogador. Torcemos para que seja rápida a recuperação dele. A minha foi uma ruptura do tendão do adutor.


(Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC/Divulgação)

Pontos perdidos em casa

Não lembro um jogo no Brasileirão com o time que vínhamos usando. Sempre foram muitos desfalques. Teve jogo com todo time reserva. Esse é um dos fatores que têm feito não ter a mesma sequência. Mas estamos no bolo, brigando e perto do G4. Entre tudo que está tendo, com lesão e convocação, acho que estamos em uma colocação.

Chegada de Cueva

Particularmente, dos jogadores que enfrentei foi o que mais chamou atenção pela qualidade e habilidade. Mostrou no Toluca e na seleção do Peru. No segundo jogo criou muita dificuldade lá no México. É uma grande aquisição, esperamos que apresente o mesmo futebol da seleção peruana e do Toluca.


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Fonte: Goal.com

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