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Laura Areias: Pela boa política

Por Laura Areias
Jornalista e escritora

O decorrer dos dias traz ensinamentos e compreensões que a vida não é o que alguns dizem “um mar de rosas”, nem os que vivem de dolo e roubos contínuos nas bolsas do governo ou dos amigos incautos. Ainda mais, dizem até que os crimes perfeitos são ilusórios e as descobertas milagrosas aparecem de um nada meramente ignorado.

Tudo com as “mil maravilhas” acumulam-se fortunas, criadas por meios ilícitos e o que parecia fruto de um insano eu, apenas nascido num leve assinar de mão. Fortuna fácil, gasto fácil, vaidades apresentadas como sinais de poder, orgulhos brotados da incompetência de não saber ocultar o que nunca deveria aparecer, para que tal crime fosse perfeito. Há sempre uma pontinha do encoberto, que se puxarmos por ela, se desenrolam mil fatores ilícitos, ganhos pelo sacrifício dos outros, justamente o povo e aqueles cujo trabalho é honesto e faz parte do cuidar e administrar o pais, os estados, as prefeituras.

Os impostos, pagos no dia a dia, mês a mês, até anual, como o imposto de renda, revertido em favor de quem, daqueles cujo direito lhes pertence pelas circunstâncias ambientais, pelo desemprego, pela falta de educação, porque esta não lhe foi dada. Fixemo-nos na educação, ela o berço do bem-estar de um povo, é nela que se abrem os olhos para os deveres e direitos de cada um. Assim sendo, temos a compreensão exata nas escolhas dos representantes que dirigem o país. Pensemos nos países onde esta é digna de menção e vejamos o equilíbrio financeiro, a gratuidade na saúde, a liberdade de ingresso em qualquer escola, sem ônus, para os que a frequentam.

Os países cujo povo tem honestidade por lema, não precisam acumular as ruas de carros. Há  trens, ou ônibus, isto é, os transportes públicos prontos a receber qualquer tipo de pessoas, sem discernir classes. Aqui, no Brasil, tem logo a prontidão dos assaltantes que lhes rouba a bolsa, o celular, o relógio e tudo que esteja visível a seus olhos. Classifica-se países do 1º mundo? Não, os sérios, aqueles que distinguem o que é seu do que não lhes pertence onde estão? É fácil mostrar um revólver e pedir o objeto desejado e a vítima não ter o poder de negar-lhe, porque um tiro ou uma faca o espera. Ao sair de casa, a pessoa vai aterrorizada, pensando se volta, ou vai ser vitima de algo sinistro.

Chegamos à mensagem, que quero propor, é notória, mas antes de tudo não o façamos ao acaso, ou levianamente, lembrando-nos de alguém que lhe traga benefícios e sim daquele que vai pensar que o Brasil tem mais de 209 milhões de brasileiros e todos eles esperam que façam um bem para o país em que nasceram, e tenham a hombridade de dizer e prometer: “vou trabalhar por todos, não por mim, que represento a voz dos meus eleitores em favor dos pontos básicos do meu Brasil, educação, saúde e segurança. Assim, estarei certo de que serei o verdadeiro representante dos que me elegeram e confiaram que em cada ação eles estarão presentes no meu presente e defenderei o seu ideal”.


Fonte: Diário de Pernambuco

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