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Nos 23 anos de seca, Argentina trocou menos de técnico do que o Brasil

Desde 1993, ano do último título da seleção principal da Argentina, oito técnicos já tentaram acabar com a seca de conquista argentina. O máximo que conseguiram foram vice-campeonatos.

Durante esse período, o Brasil faturou 10 títulos e curiosamente trocou mais de treinadores do que a equipe alviceleste. Nesses 23 anos, 12 treinadores já comandaram a seleção, que atualmente é dirigida por Tite.

A sequencia de trabalho de treinadores, que é tão falada no futebol brasileiro, foi desprezada pela CBF, mas o resultado foi positivo.

Após Carlos Alberto Parreira passar o cargo para Zagallo, em 1994, logo depois da conquista da Copa do Mundo, as mudanças no comando do Brasil não pararam.

Em um intervalo de cinco anos, que foi de 1998 até 2002, quatro técnicos dirigiram a equipe e mesmo assim houve conquistas dos brasileiros.

Os argentinos, porém, não tiveram a mesma felicidade em suas trocas. Em 2006, Alfio Basile, último treinador vitorioso com a Argentina, retornou à equipe para tentar acabar com um jejum que à época era de 13 anos. Conseguiu ser segundo colocado na Copa América de 2007.

O Brasil também deu nova chance para treinadores que haviam sido vitoriosos pela seleção, mas a tentativa foi frustrante. Em 2003, Parreira foi resgatado com a missão de ganhar a Copa de 2006 e falhou.

Campeão do Mundial em 2002, Felipão retornou em 2013 e chegou com status de único técnico capacitado para faturar o hexa na Copa do Mundo do Brasil. Resultado: sofreu a maior derrota da história da seleção no 7 a 1 contra a Alemanha.

Diante da perda de mais uma final, a Argentina deve mudar mais uma vez seu comando técnico. Jornais locais já apontam que o trabalho de Tata Martino ficará insustentável após a derrota para o Chile na decisão do Copa América.

A dúvida que fica é se será um velho conhecido ou se é mais um nessa lista que aumenta a cada decepção.


Fonte: Folha.com.br

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