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Paolo Guerrero: ídolo do Peru e filho de Dona Peta

A mãe do jogador peruano conta um pouco da relação com o atacante, que é querido por todos no país


GOAL Por Gastón Bourdieu 


As ruas da imensa Lima podem ser agoniantes para um visitante. O trânsito é caótico, as distâncias são grandes, e a poluição quase não deixa ver muito bem a luz do dia. Mas a capital peruana também pode ser conhecida pelo encanto do mirante de Miraflores, o entardecer em Barranco, o glamour do Parque Kennedy. E no futebol, uma estrela brilha acima de todas as outras no Peru: Paolo Guerrero.  



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O jogador do Flamengo é a figura mais popular do país, símbolo da seleção e queridinho dos publicitários. É a maior esperança do Peru na Copa América. Para conhecer a história de Guerrero, fomos até Lima, sua cidade natal. E ninguém melhor para contar essa história do que a mãe do atacante, Dona Peta.  

Mas entrevistá-la não é uma tarefa fácil. Dona Peta quase nunca fala com jornalistas, diferentemente do irmão de Guerrero, Julio Rivera, mais conhecido como Coyote. Jogava como meia, e teve passagens por Melgar de Arequipa, Sporting Cristal e Universitario de Deportes. Ainda assim, a insistência com Dona Peta valeu a pena.  

“Quando criança, Cholo Castillo (grande jogador peruano) dava dinheiro a Paolo por cada gol. Até que um dia, em uma partida muito importante, ofereceu 20 soles por casa gol e Paolo fez oito. Desde aquele dia, Cholo viu que não era um bom negócio”, disse a mãe do craque peruano.  

“Desde que estava na barriga, sabíamos que seria um jogador de futebol. Seu pai foi quem escolheu o nome, por causa de Paolo Rossi, ex-jogador italiano. Eu não gostava nada do nome, porque não era comum na época”, confessa ela.

Mais do que uma mãe, Dona Peta é uma confidente de Paolo Guerrero. E o atacante não é apenas queridinho dos publicitários, mas também é o filhinho da mamãe. 


Fonte: Goal.com

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