Rica Perrone: Soluções

Não me importaria em dar uma vaga pro Haiti na Libertadores, pros EUA, México, Jamaica. Me importo muito mais em ter um torneio organizado

O caminho é bastante claro. O nível, o público, a organização, a grife e o empenho em campo indicam que a melhor coisa que pode-se fazer hoje pelo futebol sul-americano é a união com a Concacaf. 

E aí quando digo isso você logo se pergunta se eu me refiro apenas a seleções e, não. Eu me refiro a toda estrutura de futebol do continente. 


(Foto:Sean M. Haffey) 

Mexicanos e norte americanos acrescentam ao futebol sul-americano. Um pelo evento e mentalidade, o outro pelo futebol e paixão local.  O restante vem de contra-peso, mas é muito mais digno agrupar tudo isso do que convidar um ou outro e destruir o resto. 

Não me importaria em dar uma vaga pro Haiti na Libertadores, 3 pros EUA, 5 pro México, uma pra Jamaica.  Me importo muito mais em ter um torneio organizado com padrões de entretenimento norte-americanos e o bom futebol apresentado pelos países da América do Sul. 


(Foto: Getty Images)

Me preocupa mais o quanto se ganha jogando Libertadores em estádios de merda no Paraguai e na Argentina do que ter que abrir mão de vagas por um torneio melhor e mais rentável. 

A Europa tem a moeda mais valiosa, o futebol mais rico e ponto. Não há como disputar. Mas se pudermos nos fortalecer do lado de cá, melhor.  E a Copa América 2016 é, até aqui, a melhor que já vi.  Não me diga que é só coincidência. 

 


Fonte: Goal.com

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