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Tite descarta rótulo de favorito: "Não dá para passar de três jogos e vai do céu ao inferno"

Corinthians chegou a sua terceira vitória consecutiva no Brasileirão, mas treinador freia ‘ânimos’

O Corinthians chegou a sua terceira vitória consecutiva na noite desta quarta-feira, ao vencer o Santos por 1 a 0, em partida válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. A sequência de resultados positivos e as boas atuações fizeram com que o Timão fosse apontado novamente como um dos favoritos ao título da competição, no entanto, o treinador Tite descarta o rótulo de favorito.

“Não dá para passar de três jogos e vai do céu ao inferno. Não dá. Deixa construir. Os últimos dez jogos mostra quem vai brigar pela Libertadores. Queremos o G5, G6, G7. E nos dez últimos jogos define quem chega na Libertadores e quem bate campeão”, afirmou o comandante alvinegro.

O treinador também foi pego de surpresa com a postura defensiva adotada pelo Santos principalmente no primeiro tempo. Tite explicou que tentou imaginar como o rival jogaria para tentar neutralizar o Peixe e conseguir furar a defesa dos visitantes.

“Era um jogo perigoso, a equipe construiu e manteve nível de concentração alta para transformar isso em gol”, contou Tite.

“Quando veio a escalação, nós tentamos projetar, e imaginamos duas linhas de quatro com dois de movimentação, pegando nossos dois volantes, liberando nossos zagueiros. Disse a eles que ia abrir linha de passe para zagueiro. Tínhamos de agredir, retomar a bola no campo adversário. Tivemos 600 passes no jogo, 16 finalizações, oito no gol. Vanderlei em noite feliz”, acrescentou.


Confira os outros assuntos abordados na coletiva de Tite:


Desfalques de Corinthians e Santos

“Santos teve dois na seleção, nós tivemos um e muita gente não tem nenhum.”

Precisão do passe:

“Hoje a precisão do passe se perdeu. Quem viu Guilherme, Cristian, cruzamento do Fagner, a precisão se perdeu. Jogar as duas vezes 11h, e o jogo que foi, te drena, te absorve. A equipe vai se construindo.”

As inversões de Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto: 

“Pés invertidos, flutuações e composições na fase central do gramado. pé certo, um flutua e outro dá amplitude, jogada longa. Por isso as inversões. No jogo passado, sobrecarregado ficou Giovanni Augusto e Marquinhos teve evidência. Nesse jogo foi inverso. Aparece Giovanni. Isso é jogo, e esse espírito dele prevalecer.”

© Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

André na mira do Sport:

“Não tenho limite com atletas. Só se deixar de ser persistente, deixar de trabalhar. Fosse assim Vagner Love não tinha feito os gols que fez ano passado. Não tem limite. Quando o cara se cuida, trabalha, vai acontecer. Em algum momento a bola vai entrar. A gente sabe que vai acontecer, é do 9, são momentos”

 Atuação do Luciano:

“Hoje foi melhor o nível de atuação, retenção, de não sair muito, de dar tempo de chegar. Fez finalização que Vanderlei fez grande defesa. Dá sequência, é jogador terminal. Depois entrou André, bola começou a estancar ali. Importante também esse desempenho e crescimento dele”

Atuação dos laterais: 

“Origem do gol saiu de finalização do Fagner. Meia aberto ajuda lateral, que passa toda hora para agredir. É jogador surpresa. Uendel e Fagner têm essa qualidade”


Fonte: Goal.com

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