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Um arco sem flecha: time de Dunga domina, mas não ameaça

Opinião: no empate com o Equador, Seleção Brasileira teve posse de bola gigantesca… mas isso não bastou para vencer. Pior: era para ter perdido


GOAL Por Tauan Ambrosio 


Antes e durante o encontro entre Brasil e Equador, na primeira rodada da Copa América Centenário, muito se falou sobre a vontade de Dunga em ver o seu time trocando passes e dominando a posse da bola.

De fato, no Rose Bowl, a Seleção trocou mais passes. No final dos 90 minutos deu um total de 648, 377 a mais do que os adversários: 69,8% contra 30,2% de posse de bola.

Confira a superioridade do Brasil na posse de bola: lances foram, na maioria, pela esquerda

Só que de nada adiante só ter a bola, se o time não consegue fazer nada com ela. Talvez até mesmo Guardiola mudasse o seu tradicional “tiki-taka” para outro modelo de jogo se tivesse que escolher entre posse de bola infrutífera ou uma retranca seguida de contra-ataques perigosos.


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O Brasil jogou a maior parte do tempo no campo de ataque, mas quando chegava perto do gol desperdiçava as suas principais chances: de nove tentativas, apenas duas no gol defendido por Dreer. Quando o time tinha o arco, faltava a flecha.

Poucas oportunidades criadas em relação à posse de bola… e pouca mira!

É muito pouco, se analisarmos as chances do Equador. Apesar de terem a bola menos vezes, os adversários conseguiram arriscar seis arremates. Um deles foi no gol. Ou seja: aproveitaram muito mais as suas oportunidades. Mostraram um modelo de jogo bem definido e trabalhado… o que não acontece na equipe de Dunga.

Vale lembrar, ainda, que os equatorianos foram prejudicados pela arbitragem no segundo tempo. Não fosse o erro do auxiliar, a equipe treinada por Gustavo Quinteros sairia com os três pontos no Grupo B. Só que o chute dado por Bolaños, e aceitado de maneira bizarra por Alisson não valeu.

Poderia ter sido ainda pior.


Fonte: Goal.com

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