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Analista fala sobre as dificuldades de rastrear o Estado Islâmico na internet


25/07/2016 – 13:00


Jihadistas utilizam a deep web para se comunicar e recrutar novos membros




Analista fala sobre as dificuldades de rastrear o Estado Islâmico na internet
Analista fala sobre as dificuldades de rastrear o EI na internet

O programa Fantástico desse domingo (24) falou sobre as prisões que aconteceram no Brasil de supostos integrantes de um grupo terrorista que jurou lealdade ao Estado Islâmico para promover atentados durante os Jogos Olímpicos.

A matéria mostra as investigações americanas que descobriram o grupo brasileiro que jurou lealdade aos terroristas e planejavam, através de um grupo do Telegram, ataques durante os Jogos Olímpicos.

Os jihadistas começam as conversas pelas redes sociais, mas quando o grupo começa a tomar formas e fazerem planos, partem para redes mais seguras, chamadas de “deep web” onde não podem ser interceptadas pelas companhias de segurança.

O ex-analista da CIA, Aki Peritz, diz que “os jihadistas burros estão nas redes sociais abertas” onde podem ser facilmente descobertos. “O problema são os espertos”, disse ele citando que os grupos podem utilizar a deep web e trocar informações que jamais serão encontradas.

A tarefa dos governos que visam acabar com EI é tentar encontrar os recrutadores, as pessoas que estão aliciando homens a se tornarem soldados do grupo extremista.

Peritz diz que o EI busca recrutar pessoas com desiquilíbrio emocional que são facilmente convencidas pelas propagandas divulgadas pelo grupo.

O Estado Islâmico é liderado por Abu Bakr al-Baghdadi, iraquiano que chegou a apoiar Saddam Hussein e se tornou radical depois de ser preso durante a ocupação do Iraque pelos Estados Unidos.

A reportagem da Globo exibiu imagens de um documentário sobre o líder do EI, mostrando onde ele nasceu, em Samarra, cidade hoje tomada por desabrigados, vítimas da violência do próprio grupo comandado por l-Baghdadi.


Fonte: Gospelprime.com.br

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