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Auxiliar da Assembleia Legislativa de São Paulo é exonerado após denúncia

O funcionário André Pinto Nogueira afirmou que desconhece a decisão judicial que impede sua contratação pela Assembleia Legislativa de São Paulo. Os deputados Edmir Chedid e Aldo Demarchi não responderam à reportagem.

O advogado Cristiano Mazetto, que defende o servidor Carlos Umberto Garrossino e o deputado Abelardo Camarinha (PSB), disse que, sobre o suposto envolvimento deles na Máfia da Merenda, o caso ainda não foi julgado e destacou que pediu à Justiça que o delator seja processado. Sobre a condenação do parlamentar e de Marildes Lavigne, o advogado recorreu. Já Bruno Gaudêncio Coercio disse estar “reabilitado e arrependido” pelo que fez.

A Assembleia Legislativa informou que o servidor José Merivaldo dos Santos é alvo de sindicância administrativa que prevê como pena máxima a demissão a bem do serviço público. Ele está afastado por problemas de saúde. O empresário Giovani Favieri afirmou que as empresas das quais faz parte “trabalham exclusivamente prestando serviços da forma mais correta possível”.

O ex-prefeito de Viradouro Paulo Camilo Guiselini (PSDB) foi exonerado do gabinete do deputado Celso Giglio, mesmo partido, após ser procurado pela reportagem. Guiselini disse que é inocente. Procurado pela reportagem, o ex-vereador de Ilha Comprida Bruno Klimke não quis comentar. O seu chefe, deputado Milton Leite Filho (DEM), afirmou que o critério de contratação “é demanda do gabinete” e mantê-lo no cargo “não é crime”.

Com relação a Adriano Ruivo da Costa, o líder do PR, André do Prado, não sabia da condenação e elogiou o funcionário. “Desde que passou a prestar serviços para a liderança, exerce as funções com responsabilidade e cumpre seus deveres enquanto servidor da Alesp.”


Fonte: Diário de Pernambuco

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