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Caça-Fantasmas: musas revelam histórias de arrepiar que já viveram

Chega hoje aos cinemas brasileiros a nova versão de ‘Caça-Fantasmas’, um verdadeiro clássico dos anos 80. Totalmente repaginado, o filme agora é protagonizado por quatro mulheres que usam suas armas para manter Nova York livre de seres sobrenaturais.

Como adoramos uma boa história de assombração, montamos aqui no EGO nosso próprio time de caça-fantasmas… talvez não tão corajosas assim!

Caça-Fantasmas (Foto: Ego)Caça-Fantasmas (Foto: Ego)

Solange Gomes, Mulher Melão, Núbia Oliiver e Gil Jung contaram pra gente histórias de arrepiar vividas na pele. São experiências de outro mundo! Leia… se tiver coragem.

Solange Gomes

Solange Gomes (Foto: Reprodução/Instagram)Solange Gomes (Foto: Reprodução/Instagram)

“Na minha infância, minha mãe tinha uma casa de veraneio em Sepetiba, no Rio. Ficávamos sozinhas, eu e minha mãe. Uma vez, no meio do ano, com aquele frio e muita chuva, a gente estava deitada e sentiu uma presença, uns passos como se fossem pessoas arrastando o pé. Ela sentia os passos da varanda em direção ao quarto. A partir do momento que minha começou a falar que estava sentindo, eu comecei a sentir também. E ela dizia ‘parece que tô com cabelo em pé’ e eu sentia também. Eram passos flutuantes até chegar na nossa cama… Até hoje não sabíamos o que era. A gente acredita que aquela casa tinha alguma coisa. Alguém que pudesse ter morrido ali…. Depois disso, durante muito tempo eu passei as férias lá, ficando na casa até umas 18h da tarde e depois ia dormir na casa do vizinho, no colchonete com medo. Anos depois acabamos vendendo a casa porque eu até trocava de quarto, mas sentia a mesma coisa. Sonho com essa casa até hoje…”

Solange Gomes (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)Solange Gomes (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)

Núbia Óliiver

Núbia Óliiver (Foto: Divulgação)Núbia Óliiver (Foto: Divulgação)

“Uberaba vive de lendas e contos. A gente morou na fazenda e tinha aquela brincadeira do copo. Foi uma coisa que nós fizemos e que realmente deu errado. Os amigos desafiavam: ‘isso não dá nada, não evoca espirito nenhum’. E realmente invocamos espíritos com uma reza. O copo começou a se movimentar com uma certa velocidade e nós ficamos com medo. Alguém virou o copo, uma amiga caiu e voltou incorporada. Nisso, outra amiga ficou incorporada também. A gente não sabia que reza fazer, nem como tirar o espírito do corpo da pessoa. Ligamos pra dona de um centro em Uberaba, ela deu uma bronca na gente. Foi um trabalho de madrugada a dentro pra tirar os espíritos dessas amigas. Hoje, na dúvida, particularmente prefiro não me envolver nessas coisas.

Núbia Óliiver (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)Núbia Óliiver (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)

Mulher Melão

Mulher Melão durante lançamento de revista (Foto: Renan Katayama/AgNews)Mulher Melão durante lançamento de revista (Foto:
Renan Katayama/AgNews)

“Essa não é de pescador. Há uns anos, eu morava numa cobertura no Rio. Uma vez eu viajei e quando cheguei de viagem vi umas coisas estranhas. Tinha casacas de velas espalhadas pela cobertura e na varanda. Até havia gente que tinha chave da minha música pra limpar e tal… mas só eu e meu namorado ficávamos no apartamento. Uma vez estávamos eu e ele na suíte vendo TV, de repente ouvimos barulho de gente andando no andar de cima, mas não tinha ninguém em cima porque era cobertura. Ele levantou e foi na cozinha, viu um vulto e eu comecei a chorar desesperada. Chorava, chorava. Fiquei tão nervosa que quis me mudar dessa cobertura, dormi a base de calmante. Chamei até uma pessoa da igreja pra orar. Passei uma noite de terror… Eu morro de medo de fantasma. Se eu pudesse naquele dia, teria chamado os Caça Fantasmas”

Mulher Melão (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)Mulher Melão (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)

Gil Jung

Gil Jung (Foto: Moisés Pazianotto / Divulgação )Gil Jung (Foto: Moisés Pazianotto / Divulgação )

“Foi numa páscoa há uns 10, 11 anos atrás, na praia de Bombinhas em Santa Catarina. Eu tinha 17 anos. Uma noite, meu namorado da época e alguns amigos decidiram fazer a brincadeira do compasso na praia. Acenderam velas, montaram um círculo, com as palavras ‘sim’ ou ‘não’ e o abecedário ao redor. Começaram a fazer algumas perguntas – “tem alguém aí?” –, o compasso se mexeu pro ‘sim’. “Quem é?” e o compasso foi pro sim de novo e começou a se mexer entre as letras formando o nome “Satanás”. Aí perguntaram “Quem você quer?” e formou o meu nome. Eu saí correndo, não  sei mais o que aconteceu depois. Não sei se era fantasma brincando ou se meus amigos fizeram de propósito comigo. Preferi não saber.”

Gil Jung (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)Gil Jung (Foto: Ilustração: Enderson Santos / Ego)

Fonte: Ego.globo.com

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