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Governo prega solidariedade nos ajustes de instalações da Rio 2016

Após coordenar a penúltima reunião preparatória do governo para os Jogos Olímpicos Rio 2016, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, pregou solidariedade entre os governos, os organizadores e as delegações estrangeiras para que não haja nenhuma falha estrutural durante as competições.

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, disse que os ajustes a serem feitos estão gerando despesas extras, mas concordou com a ideia de que as delegações, a exemplo da Austrália no último domingo, deverão bancar os reparos das instalações na Vila Olímpica.

“Cada um paga o seu [reparo], como o Brasil mesmo fez agora na vila os ajustes que entendeu que eram preciso. Isso aí é natural. Até porque tem atleta que gosta de ficar sozinho no quarto, aí precisa de ar-refrigerado”, disse Nuzman.

Segundo Padilha, no momento em que faltam apenas dez dias para o início da Olimpíada, não é mais possível dividir as responsabilidades entre governos do Rio de Janeiro, federal e comitê organizador. “Agora é solidariedade. Um vai cobrir o outro. As responsabilidades, que sempre foram compartilhadas e continuarão, mas haverá solidariedade nessa responsabilidade. Estaremos juntos para a solução de todos os eventuais problemas que surjam independentemente de quem originariamente tenha sido o competente para tal”, disse.

De acordo com o ministro, a mensagem do presidente interino Michel Temer é de que, a partir de agora, o que está em jogo é “a imagem do Brasil e de todos os brasileiros”. Ao ser perguntado se a recusa da Austrália em assumir as instalações seria ruim para a imagem, Padilha defendeu que esse tipo de correções e ajustes de instalações é normal em eventos como esse.

“A imagem do Brasil será julgada ao final dos Jogos. Temos tranquilidade com relação ao amanhã”, disse.


Fonte: Diário de Pernambuco

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